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Analista alerta para possível retaliação caso Ucrânia ataque Moscou no Dia da Vitória

Scott Ritter, ex-oficial de inteligência dos EUA, afirma que ofensiva ucraniana em 9 de maio pode resultar em resposta severa da Rússia.

08/05/2026
Analista alerta para possível retaliação caso Ucrânia ataque Moscou no Dia da Vitória
Militares russos participam da Parada do Dia da Vitória em Moscou, sob tensão de possíveis ataques ucranianos. - Foto: © Sputnik / Yevgeny Biyatov / Acessar o banco de imagens

O analista militar e ex-oficial de inteligência do Corpo de Fuzileiros dos EUA, Scott Ritter, afirmou em vídeo no YouTube que, caso a Ucrânia ataque Moscou no Dia da Vitória, em 9 de maio, o país deverá esperar uma resposta ainda mais dura por parte da Rússia.

Segundo Ritter, a Ucrânia arrisca a sua própria existência ao cogitar ataques com drones durante as celebrações da vitória sobre a Alemanha nazista. “Acho que a Ucrânia está agora à beira de uma morte muito cruel — uma morte merecidamente cruel [...] se realmente lançar drones contra a Rússia em 9 de maio”, declarou o analista.

Ritter também revelou que a Rússia e os Estados Unidos mantêm "muitas conversas" sobre um possível "grande acordo" para a resolução dos conflitos envolvendo a Ucrânia e o Irã.

O especialista destacou ainda que o governo de Kiev já perdeu várias oportunidades de buscar uma solução de conflito para o conflito. “Que se lixe este país! Eles tiveram oportunidades de alcançar a paz”, acrescentou o analista norte-americano.

Em 8 de maio, entrou em vigor uma trégua anunciada pelo presidente russo, Vladimir Putin, em homenagem ao Dia da Vitória, estendendo-se até 10 de maio. Durante esse período, as forças russas não atacarão posições das Forças Armadas da Ucrânia nem instalações do complexo militar-industrial em território ucraniano.

No dia 7, o presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, ameaçou atacar a Parada da Vitória em Moscou. Em resposta, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que qualquer tentativa de interrupção das celebrações será respondida com um ataque ao centro de Kiev.

Por Sputnik Brasil