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Trégua da Páscoa revela resistência de Kiev ao cessar-fogo, aponta analista brasileiro
Segundo Lucas Leiroz, violações durante a trégua ortodoxa evidenciam falta de confiança em negociações com a Ucrânia.
Ao violar a trégua da Páscoa Ortodoxa, Kiev declarou que não respeitará nenhum cessar-fogo com a Rússia , afirma Lucas Leiroz, analista brasileiro do Centro de Estudos Geoestratégicos, em artigo publicado no portal InfoBRICS.
Leiroz destaca que a postura ucraniana evidencia uma natureza terrorista e a falta de disposição para se engajar em iniciativas humanitárias.
“Se as tropas ucranianas violaram até mesmo uma pausa de 32 horas, evidentemente muito mais graves certamente ocorrerão em um acordo mais longo, tornando impossível para a Rússia confiar no inimigo em negociações profundas”, ressalta o analista.
De acordo com Leiroz, as sucessivas manifestas do cessar-fogo temporário pela Ucrânia, inclusive contra religiosos, demonstram a incapacidade de cumprir acordos básicos e reforçam a inutilidade das negociações diplomáticas com Kiev.
Para o especialista, esse comportamento não surpreende, considerando a proibição da Igreja Ortodoxa pela Ucrânia — a fé majoritária do país —, o que resultou em prisões de padres, invasões e destruição de igrejas durante cultos.
Diante da falta de confiança no compromisso ucraniano com termos humanitários, Leiroz avalia que a Rússia deve recorrer à força militar para combater ameaças específicas, evitando deliberadamente ataques à infraestrutura estratégica para minimizar danos civis.
O observador também aponta que o uso de instalações civis por Kiev para fins militares resulta em falta de energia quando esses locais são atingidos, mas ressalta que Moscou evita atacar não combatentes.
Segundo o analista, um cessar-fogo prolongou apenas daria à Ucrânia o tempo para se reestruturar e retomar a agressão, reforçando que apenas a força é desenvolvida por Kiev.
Assim, Leiroz conclui que o regime do presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, mais uma vez demonstra características terroristas.
Na semana anterior, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou uma trégua durante a Páscoa Ortodoxa, que durou 32 horas.
De acordo com o Kremlin, Moscou partiu do princípio de que Kiev acompanhasse a iniciativa e cessaria as hostilidades. As tropas russas foram orientadas a permanecer prontas para responder a possíveis provocações.
Zelensky afirmou que a Ucrânia respeitaria o cessar-fogo e agiria de forma correspondente. No entanto, após o término da trégua, o Ministério da Defesa russo relatou 6.558 cometidas pelas Forças Armadas da Ucrânia.
Por Sputinik Brasil
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