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Domingão com presente para os leitores do EXTRA

Quem comprar o jornal neste domingo leva, de graça, uma Revista Coquetel

Agência O Globo - 11/07/2026
Domingão com presente para os leitores do EXTRA
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

A gente sabe que cuidar do corpo é importante, mas a mente também precisa de uma força para se manter ativa e saudável. E o EXTRA dá aquela ajudinha: quem comprar o jornal neste domingo (dia 12) leva, de graça, uma Revista Coquetel cheia de desafios para testar a memória e o raciocínio.

E a ciência assina embaixo deste passatempo. Segundo o médico neurologista Adalberto Studart Neto, encarar as letrinhas e resolver os enigmas funciona como uma academia para o cérebro. O hábito de fazer palavras cruzadas estimula as conexões neuronais, melhora o foco e ajuda na preservação da memória, sendo excelente recurso para manter a mente jovem, afiada e pronta para os desafios do dia a dia.

— Essas atividades levam o cérebro a ativar funções cognitivas principalmente relacionadas à linguagem e à memória semântica, que é a do conhecimento geral e do significado das palavras. Essa memória exerce um papel de ser o nosso dicionário mental — explica o neurologista.

Em São Bernardo do Campo, em São Paulo, o professor de Língua Portuguesa Fagner Araújo, que dá aulas há 12 anos, encontrou nas palavras cruzadas uma ferramenta poderosa para engajar seus alunos adolescentes. Apaixonado pelo passatempo, Fagner decidiu levar algumas para os seus alunos no retorno às aulas presenciais depois da pandemia da Covid-19. As revistinhas fizeram sucesso. Recentemente, com a proibição dos celulares na escola, o hobby passou a ganhar ainda mais adesão.

— Eles se empolgam muito e aprendem. Estimula o raciocínio, a leitura e a interpretação. Aumenta o vocabulário e também o repertório deles, que aprendem sobre coisas que não sabiam e descobrem por conta das palavras cruzadas — diz.

E preencher a revistinha, com caneta ou lápis na mão, é diferente de fazer as mesmas atividades na tela.

— Hoje, há aplicativos que são bons para tarefas cognitivas, mas o celular pode ser também um distrator indesejável, sobretudo devido às redes sociais, que levam a atenção a ser dividida — afirma Adalberto.

Está esperando o quê para aceitar este desafio? Neste domingo (dia 12), nas bancas, garanta seu jornal EXTRA e leve sua Revista Coquetel.