RJ em Foco
Nova rodada de negociação entre rodoviários e empresas de ônibus é transferida
Desde o último dia 2, a classe suspendeu a paralisação que durou três dias e continuou trabalhando para que negociações avançassem
Uma nova rodada de negociações entre rodovias e empresas de ônibus está marcada para próxima segunda-feira, às 11h, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Inicialmente, a audiência seria nesta quarta. Na assembleia realizada nesta terça-feira, os trabalhadores decidiram flexibilizar de 17% para 12% , parcelado em duas vezes, o índice proposto de reajuste salarial pedido pela categoria. A iniciativa é apresentada pelo presidente do Sindicato dos Rodoviários, Sebastião José , como uma sinalização de que os motoristas não querem a radicalização do movimento.
Sem pensou:
Tolerância Zero:
Desde o último dia 2, a aula suspendeu a paralisação que durou três dias e continuou trabalhando para que as negociações avançassem. Como na última negociação o Sindicato dos Rodoviários rejeitou a proposta de aumento de 4,5% oferecida pelo Sindicato das Empresas de Ônibus (Rio Ônibus), ficou suspenso o estado de greve.
Atendendo a uma solicitação do TRT, o resultado da assembleia será encaminhado ofício ao tribunal e também ao Sindicato das Empresas de Ônibus. A última proposta de reajuste oferecida pela Rio Ônibus foi de 4,5% , além da cesta básica. A classe patronal apresentou a sugestão durante uma audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), nesta segunda-feira, para substituir uma oferta anterior de 4,39% .
'Era Sam':
Na audiência de conciliação, prevista para as 11h desta quarta-feira, o sindicato patronal deverá apresentar o resultado de uma assembleia realizada com representantes das empresas de ônibus, feita para avaliar se é possível ou não apresentar uma nova proposta de reajuste de pelo menos 5% , índice concedido aos motoristas dos municípios de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
A reunião ocorreu para atender a um pedido do TRT e do Ministério Público do Trabalho (MPT), que tenta costurar um acordo entre patrões e empregados. As reivindicações dos rodoviários do Rio incluem, ainda, entre outras demandas, reajuste salarial de 12% e piso salarial de R$ 4 mil . Do lado do Rio Ônibus, a alegação é de que a situação financeira das empresas é delicada.
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