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No Rio, duas avenidas da Zona Sul concentram as vendas de apartamento de mais alto valor do pós-pandemia

O imóvel mais caro foi vendido a R$ 60 milhões de reais, segundo consta em documentos da prefeitura

Agência O Globo - 27/06/2026
No Rio, duas avenidas da Zona Sul concentram as vendas de apartamento de mais alto valor do pós-pandemia
No Rio, duas avenidas da Zona Sul concentram as vendas de apartamento de mais alto valor do pós-pandemia - Foto: Ilustração de IA

A cidade do Rio de Janeiro registrou 161.383 transações de compra e venda de apartamentos entre janeiro de 2022, período que marca a retomada do mercado após a pandemia, e abril deste ano. Nesse intervalo, duas vias da Zona Sul concentraram os negócios de maior valor: o primeiro, de 800 metros quadrados, vendido a R$ 60 milhões e o segundo, uma cobertura de mais de 500 metros quadrados, a R$ 52 milhões. A pesquisa foi feita no aplicativo gratuito RioM², de inteligência imobiliária que compila dados obtidos por meio da análise do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) via transparência da prefeitura.

Em 2025,

Das experiências raras às afetivas,

As avenidas com as transações de mais altas cifras são a Delfim Moreira, no Leblon, bairro das novelas de Manoel Carlos e onde Vivia, vencedora do Oscar, e a Vieira Souto, em Ipanema, onde estão as grifes e as tribos descoladas.

Casa que foi cenário de 'Ainda estou aqui' na Urca é postada à venda

Entre os cinco apartamentos mais caros negociados no período pós-pandemia, o primeiro lugar é de um de 803 metros quadrados na Avenida Delfim Moreira. Ele foi vendido por R$ 60 milhões em 2022. Em seguida, aparece uma cobertura na Avenida Vieira Souto, comercializada por R$ 52 milhões em 2023. A terceira posição é ocupada por outro apartamento no mesmo edifício — desta vez, sem ser cobertura — vendida por R$ 51,5 milhões em 2022. O quarto maior negócio foi registrado na Delfim Moreira, por R$ 46,5 milhões, em abril deste ano. Já a quinta transação mais valiosa alcançou R$ 40,3 milhões, em fevereiro de 2025.

'Ainda estou aqui': '

Veja abaixo os números e localizações: