RJ em Foco
Caminhos do Rio reúne especialistas para debater desafios do setor como motor de desenvolvimento
Encontro terá como tema 'A Potência Criativa do Rio' e acontece a partir das 8h no auditório da Editora Globo, no Centro
A cultura é um dos principais motores do desenvolvimento econômico e social. No Rio de Janeiro, eventos como o carnaval da Marquês de Sapucaí, festivais literários, peças de teatro, pequenos shows e megaeventos como o Todo Mundo no Rio, em Copacabana, evidenciam a importância do setor para a economia do estado.
Nessa perspectiva, o Caminhos do Rio promove, no próximo dia 28, um debate sobre como projetos culturais, a indústria criativa e políticas de incentivo podem ampliar investimentos, fomentar o turismo e gerar empregos no Rio de Janeiro.
O evento, que traz o tema “A Potência Criativa do Rio”, será realizado a partir das 8h no auditório da Editora Globo, no Centro. Organizado pelos jornais O GLOBO e EXTRA, com patrocínio da Prefeitura do Rio e Riotur, o encontro é aberto ao público e terá transmissão online pelas redes sociais dos dois jornais. Para participar presencialmente, basta se inscrever no site indicado pelo QR Code ao final da matéria.
— O setor cultural tem enorme importância para a cidade. Podemos afirmar, com todas as letras, que cultura é motor de desenvolvimento econômico. O Rio exerce um papel estratégico na projeção da imagem do Brasil no exterior, especialmente por meio de seus grandes eventos e de sua potência cultural — destaca Marcel Balassiano, subsecretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, que também participará do evento.
A programação prevê duas rodadas de debates mediadas pelo jornalista Rafael Galdo, editor de Rio do GLOBO. A primeira mesa, com o tema “Financiamento e sustentabilidade dos projetos culturais”, contará com Lucas Padilha, secretário municipal de Cultura; Andrea Alves, CEO da Sarau Cultura Brasileira; e Ricardo Piquet, diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento e Gestão. O objetivo é discutir novos modelos de captação, como leis de incentivo, fundos de investimento e mecanismos para garantir a sustentabilidade financeira do setor no longo prazo.
— A arte e a cultura podem salvar o Rio da sua condição de antiga capital federal para uma das capitais mais criativas do planeta, ampliando a participação da cultura no PIB nacional. O que falta para isso acontecer? Colocar a cultura no centro do debate — afirma Andrea Alves.
Na sequência, a segunda mesa abordará o “Impacto da indústria cultural na economia”, discutindo como a revitalização da economia cultural pode impulsionar o desenvolvimento, estimular o turismo, gerar empregos e atrair novos investimentos. Além de Marcel Balassiano, participam Aniela Jordan, sócia e diretora artística e de produção geral da Aventura, e Julio Ludemir, criador da Festa Literária das Periferias (Flup).
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