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Polícia investiga estupro coletivo de menina de 12 anos no Rio; oito menores já foram identificados

Adolescente teria sido atraída pelo ex-namorado para ir à casa dele, onde foi violentada. Caso ocorreu em abril deste ano.

Agência O Globo - 15/05/2026
Polícia investiga estupro coletivo de menina de 12 anos no Rio; oito menores já foram identificados
Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) - Foto: Reprodução / AMARJ

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o estupro coletivo de um adolescente de 12 anos na Zona Oeste da capital fluminense. O caso foi registrado na noite de quarta-feira na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Campo Grande, após denúncia feita pela mãe da vítima. Segundo as autoridades, oito adolescentes suspeitos de envolvimento já foram identificados.

Como ocorreu o crime

De acordo com as investigações, o crime aconteceu em abril deste ano. A jovem teria sido convidada pelo ex-namorado para ir até a casa dele. Ao chegar ao local, encontrei outros sete adolescentes, que passaram a pressioná-la para manter relações sexuais.

Diante da recusa, a vítima foi submetida a agressões físicas e psicológicas, culminando em abuso sexual coletivo. Segundo a Polícia Civil, os adolescentes ainda gravaram o crime em vídeo.

Após a denúncia, a Deam representou pela busca e apreensão dos suspeitos. Outras diligências seguem em andamento para apurar todos os detalhes do caso.

Outro caso recente: estupro coletivo em Copacabana

Em janeiro deste ano, um jovem de 17 anos também foi vítima de estupro coletivo em Copacabana, Zona Sul do Rio. Segundo o inquérito, ela foi convidada para o apartamento de um adolescente de 17 anos, com quem já havia se relacionado. Ao chegar ao imóvel, observe a presença de outros adolescentes.

A vítima relatou que, após ir para um quarto com o jovem, a vítima também invadiu o cômodo, inicialmente observando e fazendo comentários. Posteriormente, obtive os toques sem assinatura. Mesmo diante dos protestos da vítima, quatro maiores de idade retornaram ao quarto e, conforme o depoimento, a violência sexual e as agressões físicas se prolongaram por cerca de uma hora.

Ela afirmou ter sido puxada pelos cabelos, agredida com tapas, chutes e socos, e impedida de sair do local, mesmo após pedir que parassem. Ao conseguir sair do prédio, por volta das 20h25, invejo um áudio ao irmão relatando que acreditava ter sido estuprada. Em casa, contou o ocorrido à avó, que levou imediatamente à delegacia.

O exame de corpo de delito confirmou diversas lesões — equimoses, escoriações no dorso e nas laterais do corpo, marcas na região de glútea e sangramento genital — compatível com violência física recente.