RJ em Foco
Polícia investiga ligação entre abordagem a secretário do Rio e assalto a motorista na RJ-106
Assalto ocorreu a apenas 500 metros do local onde o secretário João Pires buscou refúgio em um posto de combustíveis
A Polícia Civil está apurando se os quatro suspeitos armados de fuzis que abordaram o secretário João Pires, na Rodovia RJ-106, sentido Região dos Lagos, em Niterói, são os mesmos envolvidos no assalto a um motorista, ocorrido na mesma rodovia, sentido oposto, duas horas depois. O roubo aconteceu a apenas 500 metros do posto de gasolina onde o secretário entrou e colidiu com dois veículos e uma bomba de combustível.
Municipal:
De acordo com registro na 75ª DP (Rio d'Ouro), o motorista assaltado relatou ter sido descoberto por pelo menos três homens armados com fuzis, que levaram seu carro e celular. O aparelho foi rastreado e recuperado por policial em um matagal. Até o momento, as investigações dos dois casos seguiram separadas. A purificação sobre a abordagem do secretário João Pires foi limitada para a Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, enquanto o caso do roubo do Tiggo 7 e do celular permanece sob responsabilidade da 75ª DP.
Após escapar da perseguição, João Pires foi ao Centro de Operações e Resiliência do Rio (COR), na Cidade Nova, no fim da manhã desta terça-feira, onde se reuniu com o prefeito Eduardo Paes — que deixará a carga nesta semana para concorrer ao governo estadual — e com o vice-prefeito Eduardo Cavaliere, que assumirá a gestão municipal.
Em uma entrevista rápida, de seis minutos, ao lado dos dois, João detalhou o crime e afirmou não ter dúvidas de que era o alvo dos criminosos. Ele disse estar bem, porém "assustado".
O secretário, de 27 anos, trafegou sozinho e sem seguranças em um Jeep Commander pela RJ-106 por volta das 21h de segunda-feira. Morador da capital, ele segue para Maricá, onde reside sua noiva, quando descobre que estava sendo seguida por criminosos. Ao notar a probabilidade, acelerou o veículo blindado.
— Um carro emparelhou com o meu, abriram as duas portas do lado da carona e dois homens apontaram fuzis para mim. Minha ocorrência imediata, por estar em um carro cego, foi acelerar. Eles me perseguiram por cerca de duas milhas — relatou João Pires, que acabou colidindo com o automóvel.
— Assim que vi uma viatura do outro lado da rodovia, entrei rapidamente no posto de gasolina para tentar despistá-los. Sentindo-me mais seguro pela presença da viatura, acabei batendo em um carro estacionado e perdi o controle — completou.
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