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Rio celebra 2026 com festa à altura de um ano especial

O maior réveillon do planeta recepciona o ano que terá uma inédita Copa do Mundo com partidas em três países e eleições presidenciais no Brasil.

Agência O Globo - 01/01/2026
Rio celebra 2026 com festa à altura de um ano especial
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

O início do foguetório, com seus 12 minutos de duração previstos, e pela primeira vez disparado a partir de 19 balsas - em vez das 10 do ano passado -, marcou o ápice desta edição do carioca, agora reconhecido pelo Guinness World Records como o maior do planeta. Mérito de quem trabalhou duro para fazer a festa, e também de quem a prestigiou: a estimativa da presença de mais de 2,5 milhões de pessoas contribuiu para a conquista do título internacional, assim como a estrutura e a programação superlativas. Difícil imaginar recepção mais apropriada para um ano novo e tanto: este 2026 que vai abrigar uma inédita Copa do Mundo com partidas em três países - Canadá, Estados Unidos e México -, além de eleições presidenciais no Brasil.

Réveillon 2026:

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Primeiro, a festa: para chegar à orla de , toda essa multidão passou por 17 postos de vistoria policial, parte de um esquema de segurança dotado de torres de observação, drones e câmeras com programas de reconhecimento facial e leitura de placas. Ultrapassados os pontos de revista, o desafio passou a ser garantir lugar perto dos palcos - o principal, montado diante do Copacabana Palace, trouxe, antes da queima dos fogos, atrações estreladas do naipe de Gilberto Gil, com Ney Matogrosso como convidado especial, e Belo, que recebeu a diva Alcione. Para não perder nada, teve gente, claro, que chegou antes, bem antes, como comprovam as barracas armadas na areia.

Como sair de Copacabana após o réveillon 2026:

Gilberto Gil foi pontual: deu início ao seu show às 20h. Vestido de branco, em sintonia com as tradições da virada do ano, o artista baiano foi recebido com aplausos por público já bastante numeroso. Abriu os trabalhos com “Tempo rei”, imprimindo ao espetáculo um tom de celebração e reflexão nas horas que antecedem a chegada do novo ano. Após um desfile de sucessos, o músico baiano recebeu Ney Matogrosso: após o cumprimento carinhoso, com dois beijinhos, eles dividiram outro clássico, “Se eu quiser falar com Deus’, com Gil ao violão e Ney no vocal.

Réveillon 2026 em Copacabana:

A recepção calorosa a grandes nomes da música, antes mesmo do espetáculo dos fogos, trouxe a tranquilidade esperada para um réveillon em que a ressaca, pela primeira vez, chegou antes da festa: como anunciado pela Marinha, no último dia de 2025 ondas de até 2,5 metros de altura atingiram a Praia de Copacabana. Até o fim do dia, os bombeiros já haviam feito 175 resgates nas águas de Copacabana e, infelizmente, ainda procuravam por um menino de 14 anos, que, pouco depois das 11h, brincava na orla quando foi levado pelo mar, na altura do Posto 2.

Alerta no mar:

Maior festa do mundo

Todo mundo já sabia, mas agora tem até certificado: o Guinness World Records concedeu à festa da virada no Rio o título de maior réveillon do planeta. Camila Borenstain, jurada do “livro dos recordes”, entregou o documento oficializando a honraria ao prefeito Eduardo Paes. Para a chegada de 2026, mais de 2,5 milhões de pessoas devem se concentrar na orla das praias do e de Copacabana, onde foram instalados três dos 13 palcos da cidade com 70 atrações musicais.

No grande momento, a queima de fogos, mais de 12 toneladas de explosivos instalados em 19 balsas vão iluminar e colorir o céu. Noite afora, a expectativa de marcar a memória de locais e visitantes ainda vai ser reforçada por um inédito show de drones.