Política
Esperidião Amin critica decisão do governo sobre 'taxa das blusinhas'
Senador afirma que fim da cobrança prejudica indústria têxtil nacional e questiona postura do governo federal
Em pronunciamento por videoconferência nesta quarta-feira (13), o senador Esperidião Amin (PP-SC) criticou a decisão do governo federal de extinguir a chamada 'taxa das blusinhas' — alíquota de 20% de imposto de importação sobre encomendas internacionais de até US$ 50, criada em 2024.
Segundo o parlamentar, a medida foi tomada sem discussão prévia, prejudicando a indústria têxtil brasileira. Amin destacou que a criação da cobrança havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em acordo com o governo, com o propósito de proteger empregos e fortalecer a cadeia produtiva do setor.
— Nós adotamos, em um acordo com o governo, a taxação das blusinhas para defender o emprego na indústria que mais intensivamente usa mão de obra, que gera empregos e microempresas supridoras na cadeia produtiva da indústria têxtil do Brasil, porque isso ajudava. O governo havia concordado, mas agora toma uma decisão que tem, no mínimo, cheiro de politicagem — afirmou o senador.
Amin também fez críticas ao Ministério dos Transportes e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pela demora na solução das obras no Morro dos Cavalos, em Santa Catarina. Segundo ele, a ANTT ainda não concluiu os procedimentos necessários para transferir à concessionária responsável a execução da obra.
Mais lidas
-
1DESCOBERTA ASTRONÔMICA
Astrônomos identificam estrela de hipervelocidade ejetada do centro da Via Láctea
-
2GREVE
PM usa bombas e gás para desocupar reitoria da USP; estudantes prometem ato unificado na segunda (11)
-
3POLÍTICA
“Se os Garrotes derem mais, eu fecho”: Vídeo vazado expõe Júlio Cezar e a política sem amor; veja vídeo
-
4CURIOSIDADE INTERNACIONAL
Mulher bebe quase uma garrafa inteira de tequila para evitar descarte em aeroporto dos EUA
-
5INFRAESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Aeroporto de Penedo está pronto e aguarda autorização para primeiros voos, afirma Paulo Dantas