Poder e Governo

Zema declara patrimônio de R$ 178,7 milhões ao registrar candidatura ao Planalto no TSE

Maior fatia na lista de bens do presidenciável corresponde à participação do mineiro em uma holding familiar, que soma R$ 94,5 milhões

Agência O Globo - 07/08/2026
Zema declara patrimônio de R$ 178,7 milhões ao registrar candidatura ao Planalto no TSE
Romeu Zema - Foto: © Sputnik / Vinicius Fernandes

O candidato à Presidência pelo Novo declarou à Justiça Eleitoral ter um patrimônio de R$ 178,7 milhões. O total cresceu 38% (R$ 48,9 milhões) na comparação com os R$ 129,8 milhões declarados em 2022, quando ele disputou a reeleição ao governo de Minas Gerais.

A maior fatia na lista de bens do presidenciável corresponde à participação do mineiro em uma holding familiar, que soma R$ 94,5 milhões. Zema também declarou R$ 56,2 milhões relativos a um fundo de investimento, R$ 16,8 milhões em participação em uma instituição financeira e R$ 3,96 milhões em aplicações de renda fixa.

Na eleição passada, em 2022, o patrimônio do mineiro era puxado pela cota de 27,14% na empresa Ricardo Zema Participações, que equivalia a R$ 72,3 milhões.

Quando Zema se candidatou pela primeira vez, em 2018, o total de bens alcançava R$ 69,75 milhões.

O mineiro teve a candidatura ao Planalto oficializada pelo Novo no último dia 27. Depois de meses concentrando esforços na construção de alianças e na aproximação com setores estratégicos, como o agronegócio, o empresariado e lideranças evangélicas, a expectativa da campanha é que a largada oficial da disputa permita ao presidenciável se tornar mais conhecido junto ao eleitorado nacional.

Na pesquisa Genial/Quaest mais recente, divulgada nesta semana, Zema aparece com 2% das intenções de voto no primeiro turno.

O levantamento mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando todos os cenários testados de primeiro e segundo turno nas eleições.

No primeiro turno, Lula mantém a dianteira, com oscilação de um ponto para cima. Ele aparece com 40% das intenções de voto, contra 28% de Flávio Bolsonaro, que fica em segundo lugar.