Poder e Governo
Após operação da PF, saiba o paradeiro das armas de Bolsonaro citadas em decisão do Moraes
Agentes estiveram na residência do ex-presidente nesta manhã
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quarta-feira com o objetivo de verificar se ele ainda mantinha armas e munições em sua residência. De acordo com a defesa, nada foi encontrado.
A polêmica começou no mês passado, após a apreensão de uma arma de Bolsonaro em uma blitz com um militar que integra a segurança do ex-presidente. O militar alegou que havia feito um acordo no armamento a pedido do ex-presidente.
O ministro Alexandre de Moraes determinou, então, o recolhimento de todas as armas registradas em nome de Bolsonaro no sistema da Polícia Federal.
A operação ocorreu um dia depois dos advogados de Bolsonaro comunicarem ao STF o paradeiro das duas armas que ainda não foram localizadas pela Polícia Federal. Segundo a defesa, todas as dez armas registradas em nome do ex-presidente já estão sob custódia de órgãos públicos ou têm localização conhecida e informadas às autoridades.
A defesa preliminar esclareceu inicialmente que duas armas já haviam sido entregues anteriormente e que oito estavam no poder do Exército. No entanto, a Força Informada que apenas localizou seis. Das duas armas restantes, uma está, segundo a defesa, em uma importadora de armas no Rio Grande do Sul . A outra é uma pistola apreendida na blitz e está com a Polícia Civil do Distrito Federal.
As armas de Bolsonaro e seu paradeiro:
Pistola Forjas Taurus .380 — estava no Exército e foi entregue à PF;
Pistola Forjas Taurus .40 — estava no Exército e foi entregue à PF;
Carabina/Fuzil Springfield Armory — estava no Exército e foi entregue à PF;
Tufão Espingarda — estava no Exército e foi entregue à PF;
Pistola Arex — estava no Exército e foi entregue à PF;
Pistola SIG-Sauer — estava no Exército e foi entregue à PF;
Espingarda Maestro Arms Company — é importadora de artigos bélicos no RS;
Carabina/Fuzil Caracal — já estava com a PF desde 2023, segundo a defesa;
Pistola Caracal — já estava com a PF desde 2023, segundo a defesa;
Pistola Glock — foi apreendida na blitz e está com a Polícia Civil;
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