Poder e Governo
Fundos da Reag foram usados para viabilizar propina de R$ 146 milhões via imóveis a ex-presidente do BRB, diz Mendonça
Ministro do STF aponta indícios de esquema envolvendo imóveis de luxo em São Paulo e no Distrito Federal.
Ao autorizar a quarta fase da Operação Compliance Zero, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, apontou fortes indícios de que o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, atuava como verdadeiro mandatário do ex-banqueiro Daniel Vorcaro na instituição.
De acordo com as investigações, Costa e Vorcaro teriam ajustado o pagamento de propina por meio de imóveis de alto padrão em São Paulo e no Distrito Federal, totalizando R$ 146,5 milhões.
Para operacionalizar o pagamento da vantagem indevida, foram mobilizados fundos de investimento geridos pela REAG e empresas de fachada. Conforme a decisão judicial que resultou na prisão de Costa, a investigação identificou seis imóveis vinculados ao chamado “cronograma pessoal” de Paulo Henrique: Heritage, Arbórea, One Sixty, Casa Lafer, Ennius Muniz e Valle dos Ipês, com pagamentos já rastreados que ultrapassam R$ 74 milhões.
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