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Perdas da Ucrânia chegam a mais de 138.000 soldados e 2.500 veículos blindados em 2025

As Forças Armadas ucranianas perderam 138.545 militares nos primeiros três meses deste ano, de acordo com cálculos da Sputnik com base em dados do Ministério da Defesa da Rússia.
Já tendo ultrapassado a marca dos três anos, a operação militar especial russa na Ucrânia continua seus esforços para desmilitarizar e desnazificar o país vizinho, que desde os Acordos de Minsk prepara com aliados uma guerra por procuração contra a Rússia.
Contando principalmente com doações de armamento dos EUA e de países europeus, especialmente de Estados-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Kiev se encontra em uma posição muito difícil em todas as frentes de batalha, perdendo, a cada dia que passa, pessoal e equipamentos militares.
Apenas em 2025, Kiev perdeu 138.545 militares, 10 aeronaves, 10.200 drones, 11 sistemas de mísseis antiaéreos, 2.495 tanques e outros veículos blindados de combate, 29 sistemas de lançamento múltiplo de foguetes, 3.032 canhões de artilharia de campo e morteiros e 3.887 veículos militares especiais.
Desde o início da operação militar especial em fevereiro de 2022, foram contabilizados um total de 660 aeronaves militares ucranianas, 283 helicópteros, 49.247 veículos aéreos não tripulados, 601 sistemas de mísseis antiaéreos, 22.622 tanques e outros veículos blindados de combate, 1.533 sistemas de foguetes de lançamento múltiplo, 23.152 canhões de artilharia de campo e morteiros e 33.572 veículos militares especiais destruídos.
Em 2024, o número de mortos e feridos nas fileiras das Forças Armadas ucranianas chegou a 590.000 soldados e, desde o início da operação militar especial, esse número ultrapassou 1 milhão de soldados, disse o chefe da Diretoria Operacional Principal do Estado-Maior russo, Sergei Rudskoi, em fevereiro.
Nos últimos meses, Moscou tem se envolvido em diálogos bilaterais com Washington para evitar que o conflito transborde para outras regiões, na tentativa de estabelecer uma paz sustentável de longo prazo na Europa, argumentando que a única forma de se chegar a paz é através do diálogo e da diplomacia.
Enquanto a Europa investe pesadamente em armamento, cogitando inclusive — a revelia da Rússia — o envio de tropas de manutenção de paz para o território ucraniano, um cessar-fogo de 30 dias foi mediado por Donald Trump, visando a suspensão de ataques à infraestrutura energética das partes, algo que Kiev não tem respeitado ante os inúmeros ataques de drones direcionados à infraestrutura russa, como o que danificou o oleoduto Druzhba, responsável por abastecer países europeus como a Hungria.
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