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Mãe adotiva em 'Renascer', Ana Cecília Costa revela por que não teve filhos: 'Nunca foi imprescindível para que eu fosse feliz'
Atriz tem uma galeria vasta de filhos na ficção, já que teve papéis maternais em várias produções

Morena vem aprendendo a ser mãe de Pitoco ( Juan Queiroz) em " Renascer", já que o jovem órfão foi morar na casa dela após chegar em Ilhéus com seus amigos. Na vida real, Ana Cecília Costa não tem filhos, mas passa todo seu carinho para seus sobrinhos e também para uma jovem, que acompanha desde quando a moça era criança na Amazônia. A atriz de 53 anos conta porque preferiu não ter herdeiros até o momento.
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— A minha vida sempre foi trabalho. Nunca me ocorreu o desejo de querer parar para ter filho. Isso nunca foi imprescindível para que eu fosse uma mulher realizada e feliz. Eu não me sinto frustrada por não ser mãe, por não ter parido um filho ou por não ter adotado até o momento. A mulher que eu projetava ser quando era adolescente é a que eu sou hoje — conta ao EXTRA.
Em "Renascer" não é a primeira vez que a artista baiana interpreta uma mãe em sua carreira. Na TV, ela emocionou o público com várias mulheres que lutavam pelos herdeiros, a exceção é Leda, uma mulher que maltratava a filha em "Cama de gato" (2009).
— Em "Cama de gato", era uma mãe terrível, humilhava a filha, chamava a menina de gorda. O restante foram grandes mães corajosas, como a Virtuosa (de "Cordel encantado", de 2011), a Gaia (de "Joia rara", em 2013), a Missade (de "Órfãos da terra", em 2019). Eles (direção e produtores de elenco) me colocaram muito no lugar da atriz dramática. São mães que sofrem, que dão a vida pelo filho... Acho que viram que eu tinha essa entrega. A Missade era trágica — relembra.
Morena de 'Renascer', Ana Cecília Costa priorizou a carreira ainda jovem
Atriz desde 14 anos, Ana Cecília Costa priorizou sua carreira. A baiana de Jequié foi para a capital, Salvador, aos 8 anos, depois que seu pai (falecido há 14) resolveu se mudar por conta dos negócios da família.
— Sou uma pessoa privilegiada. Tive recursos para estudar em excelentes colégios. Vivi a infância numa cidade do interior, com muito contato com natureza, bichos e com brincadeiras na rua. Em Salvador, estudei numa escola que me propiciou entrar para o teatro bem nova, aos 14. A Bahia me deu régua e compasso — afirma.
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