Internacional
Trans brasileira agredida recebe apoio em manifestação em Milão
Ativistas pediram que responsáveis por agressões sejam punidos
(ANSA) - A cidade de Milão, na Itália, foi palco neste domingo (28) de uma manifestação em apoio a transexual brasileira que foi agredida por policiais durante uma abordagem na última quarta (24).
Os participantes do ato, muitos deles membros da Associação de Cultura e Ética Transgênero (Acet), ergueram cartazes com as frases "Vidas trans importam" e "Tocou em uma de nós, tocou em todas".
"A forte sensação que nos acompanhou nesses dias foi a de estarmos sozinhos tendo que enfrentar tudo isso", afirmou Guglielmo Giannotta, presidente da Acet.
A ativista Antonia Monopoli, líder do movimento ALA Milano, afirmou que o abuso de poder é "implicitamente encorajado por uma classe política que se nega a defender as pessoas vítimas de discriminação".
"Não queremos desculpas, queremos medidas exemplares. Me preocupa que tanta gente fique do lado dos perpetradores e não da vítima: significa que a podridão é mais profunda do que parece e está enraizada nas instituições", declarou.
O vídeo de um grupo de policias agredindo a trans brasileira com chutes e cassetetes viralizou nas redes sociais italianas.
Além das agressões, filmadas por estudantes de uma universidade, os agentes aparecem lançando gás de pimenta na mulher.
Após a gravação rodar o país, um representante dos policias afirmou que a detida estava agressiva e teria tentado dar cabeçadas nos agentes. (ANSA).
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. © COPYRIGHT ANSA
Mais lidas
-
1DIREITOS TRABALHISTAS
Quando é o quinto dia útil de janeiro de 2026? Veja as datas de pagamento
-
2COPA SÃO PAULO DE FUTEBOL JÚNIOR
Palmeiras estreia com vitória polêmica sobre Monte Roraima na Copinha; Coritiba goleia por 9 a 0
-
3TRIBUTOS MUNICIPAIS
IPTU 2026: saiba quais imóveis no Rio de Janeiro ficam isentos do imposto neste ano
-
4ALERTA NA ORLA | MACEIÓ
Alerta vermelho em Maceió: engenheiro diz que Ponta Verde pode estar afundando; vídeo
-
5BALANÇO DO RECESSO JUDICIAL
Violência contra a mulher representa quase metade dos processos no Plantão Judiciário durante recesso