Internacional
Colômbia e aliados: socorro seletivo?
A escolha da Colômbia sobre ajuda humanitária e suas implicações diplomáticas.
Como o aceite de ajuda seletiva da Colômbia dá um norte da política externa do novo governo?
Após o terremoto de magnitude 7,4, a decisão de permitir equipes de busca e resgate apenas de Estados Unidos, Israel, Equador e El Salvador evidencia que, mesmo em crises humanitárias, a soberania e as alianças estratégicas moldam a política externa, priorizando parceiros de longa data e afinidades político-ideológicas em detrimento de uma cooperação multilateral.
O que isso diz sobre a atuação diplomática do novo governo colombiano? É comum tratamentos desse tipo em casos de crise humanitária? Para conversar sobre as implicações da ajuda seletiva na Colômbia, Melina Saad e Marcelo Castilho recebem Eduardo Gomes, professor do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso), doutor em história pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em história da Colômbia; e Matheus Petrelli, pesquisador do Observatório Político Sul-Americano (OPSA) e mestrando em economia política internacional da UFRJ.
Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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