Internacional
Trump e Infantino brincam sobre próxima Copa dividida entre EUA e China
Republicano classificou Mundial de 2026 como 'o maior evento esportivo da história'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (17) que a próxima Copa do Mundo poderia ser realizada apenas em território americano, sem a participação de México e Canadá como sedes.
A declaração foi feita durante um evento da Fifa realizado na Trump Tower, em Nova York.
Em tom de brincadeira, Trump contou que ele e o presidente da Fifa, Gianni Infantino, "brincaram" sobre a realização de uma Copa envolvendo os Estados Unidos e a China.
"Eu disse: 'o que deveríamos fazer é escolher os Estados Unidos novamente para sediar a Copa. Desta vez, deixaríamos México e Canadá de fora". Fui muito gentil ao incluí-los desta vez. Mas o que poderíamos fazer é escolher os Estados Unidos e, para a edição seguinte, escolher outro país. Assim, parte da irritação, da hostilidade e da tensão diminuiria. Mas o Gianni teve outra ideia", explicou o presidente dos EUA.
"Ele disse: 'da próxima vez, fazemos na China e nos Estados Unidos. China e Estados Unidos'. Assim, vocês teriam um voo bem curtinho entre os jogos, sabem? Os jogadores iam adorar isso", acrescentou, ao comentar possíveis formatos para a realização do torneio.
Durante o evento, que antecede a final da Copa do Mundo entre Argentina e Espanha, Trump também destacou a importância da competição e classificou a edição realizada nos Estados Unidos como "o maior evento esportivo da história mundial".
Segundo ele, "todos estarão na final" e, caso houvesse mais ingressos disponíveis, "venderiam todos".
O presidente americano ainda comentou temas relacionados ao futebol, incluindo a polêmica envolvendo o atacante Folarin Balogun, cujo cartão vermelho foi posteriormente anulado após um telefonema de Trump a Infantino. "Eu apenas fiz uma sugestão", declarou.
Por fim, o magnata falou sobre o atacante da Inglaterra Harry Kane e admitiu não ser especialista no esporte. "O que eu sei sobre futebol?", questionou, antes de afirmar que o inglês é "um grande jogador, um grande homem" e sugerir que talvez tenha sido um erro escalá-lo em uma posição mais recuada.
No evento da Fifa, Trump também relembrou o tenor italiano Luciano Pavarotti, dizendo que o artista elogiava a acústica do local onde havia se apresentado anos atrás.
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