Geral
Não era admiração… era cilada?
Comunidades de fãs ajudam a estimular amizades e a desenvolver a criatividade, mas o limite é ultrapassado quando a admiração se torna tóxica, justificando ataques, perseguições e intolerância a críticas sob o pretexto de lealdade ao ídolo.
Esse comportamento é amplificado pelas redes sociais, onde a figura pública passa a integrar a própria identidade do fã. Para especialistas, embora a indústria do entretenimento tenha sua parcela de responsabilidade, a toxicidade se manifesta na forma hostil como esses grupos se organizam e premiam a agressividade contra rivais. Como os fandoms podem se tornar tão nocivos? Para conversar sobre o tema, Rafael Costa e Kaique Santos convidam Hugo Paes, professor de sociologia e filosofia da UniCesumar; e Pedro Chaves, psicólogo e psicanalista formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), integrante da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de Belo Horizonte. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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