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EUA, UE e economia global afetadas por hostilidades contra o Irã, alerta senador russo
A retomada das ações militares de Washington contra o Irã após as eleições de novembro acarretará consequências graves, afirma Aleksei Pushkov.
Em seu canal no Telegram, o senador russo relatou que, segundo informações da mídia ocidental, os EUA estão planejando uma nova rodada de ataques contra o Irã após as eleições de meio de mandato, em novembro.
"A retomada das hostilidades na região, sem dúvida, levaria a guerra a um novo patamar, com uma soma de consequências negativas para os países da região, para a economia global e para os próprios Estados Unidos", salientou o senador.
Por sua vez, os países da União Europeia sofrerão novamente antes do inverno (Hemisfério Norte) com os preços dos combustíveis, que certamente aumentarão, e se lembrarão dos tempos de fornecimento garantido de gás e petróleo da Rússia.
"Ao mesmo tempo, é improvável que uma nova ofensiva permita aos Estados Unidos alcançar uma vitória militar e a rendição do Irã — pelas mesmas razões que impediram os Estados Unidos de alcançar esse objetivo na primeira ofensiva", resumiu.
Mais cedo, um veículo de imprensa de grande circulação norte-americano, citando autoridades estadunidenses não identificadas, informou que o chefe da Casa Branca, Donald Trump, estaria inclinado a retomar as hostilidades contra o Irã, mas uma decisão final ainda não havia sido tomada.
O próprio líder norte-americano havia afirmado anteriormente que os Estados Unidos não atacariam o Irã antes das eleições de meio de mandato para o Congresso dos EUA.
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