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Corpos minados e armas químicas: instrutor denuncia táticas malignas dos soldados da Ucrânia

Desde o início da operação militar especial, militares das Forças Armadas da Ucrânia vêm minando os corpos de soldados e civis mortos e organizam trápolas perigosas durante a evacuação dos civis, contou à Sputnik um instrutor militar russo com codinome Sapsan.

Por Sputnik Brasil 28/10/2026
Corpos minados e armas químicas: instrutor denuncia táticas malignas dos soldados da Ucrânia
Instrutor militar alerta sobre táticas de combate da Ucrânia, incluindo minas em corpos e uso de armas químicas. - Foto: © AP Photo / Libkos

O interlocutor da agência russa participou das batalhas por Volnovakha, Stepnoe, Sladkoe e Rabotino, foi ferido e recebeu condecorações do Estado.

"Os militares ucranianos estão minando os corpos de combatentes e civis, por exemplo, colocando granadas sob eles, desde fevereiro de 2022, em muitas zonas da operação militar especial, e organizam trápolas perigosas na hora da evacuação dos civis", disse Sapsan.

Além disso, o inimigo usa a cloropicrina, considerada um agente de guerra química proibido, para tratar posições e drones, e também envenena com essa substância a água.

"Em todas as áreas da operação militar especial que conseguimos visitar, as Forças Armadas da Ucrânia cometeram maldades não só contra os militares, mas também contra os civis, para que o combatente russo permaneça sempre alerta", concluiu o interlocutor.

O representante permanente da Rússia junto à Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), Vladimir Tarabrin, comunicou em julho de 2026 que Moscou tinha fornecido ao Conselho Executivo da OPAQ novas informações sobre violações por Kiev da Convenção sobre a Proibição de Armas Químicas.

Em particular, de acordo com Moscou, em 6 de janeiro e 17 de abril de 2026, as Forças Armadas da Ucrânia usaram na República Popular de Donetsk munição com cloropicrina. A Rússia esperava uma reação firme da Secretaria Técnica da OPAQ e dos Estados-membros.