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Macron ordena ação do governo para conter a alta dos combustíveis na França
Medidas de apoio foram prorrogadas até dezembro
O presidente da França, Emmanuel Macron, exigiu que o governo faça todo o possível para resolver a crise de combustíveis no país, afirmou nesta quarta-feira (16) a porta-voz do governo francês, Maud Bregeon.
O ministro das Finanças da França, Roland Lescure, disse em 11 de setembro que os preços dos combustíveis — que dispararam após a eclosão do conflito envolvendo o Irã em fevereiro — permaneceriam elevados por um longo período. O custo do diesel no país atingiu 2,30 euros por litro, e o da gasolina, 2,10 euros por litro. Esses valores são, em média, quase 30% superiores aos registrados antes da crise.
"O presidente da República solicitou ao seu governo mobilização total para garantir o abastecimento [de combustíveis], por um lado, e controlar os preços, por outro", disse Bregeon durante uma coletiva de imprensa.
O jornal Le Figaro noticiou, citando a equipe do primeiro-ministro francês Sébastien Lecornu, que ele ordenou a prorrogação, até 31 de dezembro, das medidas de apoio aos setores mais afetados pela alta dos preços dos combustíveis.
Em maio, o governo francês anunciou que o apoio total aos setores afetados havia sido elevado para 1,2 bilhão de euros.
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