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Aço Brasil: vendas sobem 1,8% em agosto de 2026

Consumo de aço também apresenta crescimento em agosto

Estadao Conteudo 15/09/2026
Aço Brasil: vendas sobem 1,8% em agosto de 2026
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

As vendas internas de aço aumentaram 1,8% em agosto de 2026, frente ao apurado em igual mês de 2025, totalizando 1,9 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos de aço no período foi de 2,2 milhões de toneladas, 2,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. Os dados são das estatísticas mensais do Instituto Aço Brasil.

Em agosto de 2026, a produção brasileira de aço bruto foi de 2,7 milhões de toneladas, uma redução de 6,2% em relação ao mesmo mês de 2025. O volume de produção de laminados foi de 2 milhões de toneladas, 1,1% superior ao registrado em agosto de 2025. A produção de semiacabados para vendas totalizou 587 mil toneladas, com uma retração de 11,2% em comparação ao mesmo mês de 2025.

As importações de aço em agosto de 2026 foram de 395 mil toneladas, somando US$ 454 milhões, o que representa uma redução de 19,5% em volume e um aumento de 8,4% em valor, na comparação com agosto de 2025.

As exportações de aço em agosto de 2026 alcançaram 959 mil toneladas, ou US$ 707 milhões, resultando em um aumento de 13% e 23,6%, respectivamente, em comparação ao mesmo mês de 2025.

Acumulado

No acumulado de janeiro a agosto, as vendas internas totalizaram 14,2 milhões de toneladas em 2026, registrando um crescimento de 0,3% quando comparadas ao mesmo período do ano anterior.

O consumo aparente de produtos de aço foi de 17,4 milhões de toneladas no acumulado até agosto, refletindo uma queda de 4,2% em relação ao ano anterior.

A produção brasileira de aço bruto no acumulado de janeiro a agosto de 2026 foi de 21,8 milhões de toneladas, representando uma queda de 1,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

As importações, por sua vez, alcançaram 3,7 milhões de toneladas no acumulado até agosto de 2026, uma queda de 20,2% em relação ao ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 3,6 bilhões, com um recuo de 12,7% nesse mesmo intervalo.

As exportações de janeiro a agosto de 2026 somaram 7,3 milhões de toneladas, ou US$ 4,9 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, um crescimento de 3,7% e uma queda de 0,5% na comparação com o mesmo período de 2025.