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Líbano: sobe para 7 número de mortos em ataques de Israel; Aoun fala em "escalada perigosa"
Ataques provocam mais feridos e geram condenações internacionais
Subiu para sete o número de mortos em ataques israelenses realizados neste domingo, 6, no sul do Líbano, segundo o Ministério da Saúde libanês. Balanço anterior apontava quatro mortes. Pelo menos 20 pessoas ficaram feridas, entre elas três crianças e cinco mulheres.
Segundo as autoridades libanesas, duas pessoas morreram em ataques na aldeia de Arabsalim e outras duas em Nabatiyeh al-Fawqa, perto de uma colina estratégica que Israel afirmou ter assumido o controle na quinta-feira. Outras três pessoas morreram em Nabatiyeh al-Tahta, após um drone israelense atingir um estacionamento. A região se tornou um dos pontos críticos nos confrontos entre Israel e o Hezbolá, grupo militante apoiado pelo Irã.
As Forças Armadas de Israel afirmaram que os ataques foram realizados em resposta ao lançamento de um drone pelo Hezbolá contra tropas israelenses no sul do Líbano no início deste domingo. Israel também disse que um hospital desocupado atingido durante as ações era utilizado pelo grupo como centro de comando.
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, condenou a retomada dos ataques israelenses contra Nabatieh e localidades vizinhas, classificando a ação como uma "perigosa escalada" que ultrapassa violações do cessar das hostilidades ao atingir instituições do Estado e serviços essenciais - os ataques também causaram danos ao prédio do Ministério das Finanças e ao Hospital Ghandour. Segundo Aoun, os alvos indicam um padrão que vai além de supostos objetivos militares. Ele responsabilizou Israel e pediu aos Estados Unidos e à comunidade internacional medidas urgentes para interromper as violações e responsabilizar os autores.
Os novos ataques ocorrem apesar do cessar-fogo entre Israel e o Hezbolá, mediado pelos Estados Unidos e em vigor há mais de dois meses. Desde então, confrontos de menor intensidade e ataques israelenses continuam sendo registrados no sul do Líbano, onde Israel afirma operar dentro do que declara ser uma zona de segurança. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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