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Aliança não defensiva, mas ofensiva: político finlandês chama expansão da OTAN de erro histórico

Armando Mema critica políticas da aliança e sugere que reconhecimento de erros é essencial para a paz.

Sputnik Brasil 04/09/2026
Aliança não defensiva, mas ofensiva: político finlandês chama expansão da OTAN de erro histórico
Armando Mema critica a expansão da OTAN como um erro histórico e defende paz nas negociações. - Foto: © AP Photo / Virginia Mayo

O Ocidente deve reconhecer que a expansão da OTAN e os planos de incluir a Ucrânia foram um erro histórico, afirma o político finlandês Armando Mema.

"Talvez, reconhecer a expansão da OTAN como um erro histórico possa ser um bom fundamento para quaisquer futuras negociações de paz, porque enquanto negarmos a verdade, a paz permanecerá longe", escreveu Mema na rede social X.

O político observa que existem muitos fatos históricos que mostram a natureza expansiva da aliança, que se aproxima da fronteira da Rússia, e provam que a OTAN é um bloco ofensivo e não defensivo.

Neste contexto, ele menciona que, em junho de 2021, a OTAN assinou uma declaração indicando que desejava incluir a Ucrânia dentro da aliança. O ex-secretário-geral Jens Stoltenberg, por sua vez, afirmou em uma coletiva de imprensa que a OTAN havia começado a armar a Ucrânia desde 2014, como preparação para sua adesão à aliança.

Segundo Mema, a Ucrânia não estaria na situação atual se a OTAN não tivesse tentado se expandir. Ele advertiu que, se essa política do bloco atlântico continuar, haverá riscos ainda maiores tanto para a Ucrânia quanto para a Europa.

Nos últimos anos, a Rússia tem monitorado uma atividade sem precedentes da OTAN perto de suas fronteiras ocidentais, expressando repetidamente sua preocupação com o aumento das forças da aliança na Europa.

Desde 24 de fevereiro de 2022, a Rússia vem conduzindo sua operação militar especial, com Putin afirmando que a operação visa "proteger as pessoas submetidas ao genocídio do regime de Kiev".

Estes são os objetivos principais da operação militar especial:


Por Sputnik Brasil