Geral
Entre Washington e Pequim: para onde apontará a bússola da diplomacia brasileira?
Desafios e prioridades da política externa do Brasil ante as potências globais.
O Brasil busca há décadas ampliar seu peso nas decisões internacionais, com a defesa de uma reforma dos organismos multilaterais e de um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU).
Diante da disputa entre Estados Unidos e China, do avanço do protecionismo e da reorganização do sistema internacional, onde o próximo governo deve posicionar o país? O Brasil deve manter uma política externa mais ativa e buscar uma maior liderança no Sul Global? A busca por um assento no CSNU seguirá como prioridade, independentemente de quem vencer as eleições?
Para debater o tema, Melina Saad e Marcelo Castilho conversam com Natalia Fingermann, professora de relações internacionais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM); e Bruno Mendelski, doutor em relações internacionais, professor visitante de relações internacionais e colaborador no mestrado da Universidade Federal do ABC (UFABC), e pesquisador do Núcleo de Pesquisa sobre Relações Internacionais do Mundo Árabe (Nuprima), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e do Centro de Estudos Árabes e Islâmicos (CEAI) da UFABC.
Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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