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Dólar recua com petróleo em alta, Treasuries em baixa e foco eleitoral

Mercado aguarda pesquisas e decisões financeiras relevantes

Estadao Conteudo 03/09/2026
Dólar recua com petróleo em alta, Treasuries em baixa e foco eleitoral
Dólar

O dólar à vista e os juros futuros operam em baixa na manhã desta quinta-feira, 3, acompanhando a queda da divisa americana e dos rendimentos dos Treasuries, em meio à alta firme do petróleo e ao ambiente eleitoral.

O mercado acompanha novas pesquisas e aguarda, nesta quinta-feira, os levantamentos Datafolha e Futura Inteligência, após a Quaest e o PoderData indicarem uma disputa mais equilibrada entre Lula e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno.

Esse cenário reforça as apostas do mercado em uma alternância de governo e em uma possível melhora na disciplina fiscal, favorecendo o real, a curva de juros e o fluxo estrangeiro para ativos brasileiros.

A pesquisa Poderdata/Aya mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) pela primeira vez numericamente à frente do presidente Lula (PT) no segundo turno, com 45% a 44%.

No noticiário desta manhã, destaque para a decretação, pelo Banco Central, da liquidação extrajudicial da Trustee DTVM e da Banvox DTVM, ambas de São Paulo, por graves violações às normas legais. Essas instituições têm baixa relevância no sistema financeiro, representando juntas menos de 0,001% dos ativos do SFN e 0,76% dos recursos de terceiros administrados.

A Axia Energia aprovou a terceira operação de resgate ou conversão de ações preferenciais classe C (PNC). A companhia vai resgatar 111.591.072 ações PNC, operação equivalente a R$ 6,2 bilhões e a 19,61% dessa classe de ações.

A Nestlé anunciou investimento de R$ 2 bilhões em sua divisão de Nutrição e Saúde no Brasil até 2028, sendo o principal projeto do plano a construção de uma nova fábrica de fórmulas infantis em Ituiutaba (MG), com aporte de R$ 600 milhões, segundo comunicado da empresa.

No exterior, a Rússia anunciou o fechamento de centros culturais alemães no país, em retaliação à decisão de Berlim de fechar o consulado russo em Bonn e a Casa Russa em Berlim, ampliando as tensões entre Moscou e governos europeus que apoiam a Ucrânia.