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Novo míssil de cruzeiro russo de baixo custo devasta portos da Ucrânia, diz mídia

Rússia utiliza Banderol em ofensivas na infraestrutura ucraniana.

Sputnik Brasil 30/08/2026
Novo míssil de cruzeiro russo de baixo custo devasta portos da Ucrânia, diz mídia
Míssil Banderol da Rússia ataca portos ucranianos com eficácia e baixo custo. - Foto: © Sputnik / Pavel Bednyakov / Acessar o banco de imagens

Os portos ucranianos estão sendo sistematicamente paralisados pelo míssil de cruzeiro Banderol, de baixo custo e recentemente criado pela Rússia, escreveu uma revista estadunidense.

A revista salienta que o que torna o Banderol notável é a combinação de recursos de mísseis de cruzeiro de alta tecnologia, normalmente reservados a sistemas muito mais caros, com um foco deliberado na produção barata e em larga escala.

"O míssil possui alcance aproximado de 500 km, velocidade de cerca de 700 km/h e ogiva que varia de 114 a 150 kg, dependendo da fonte e da configuração", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, longe de ser um compromisso, o design compacto e leve do míssil mostra a inovação russa e permite que ele seja implantado a partir de uma ampla gama de plataformas, de drones a helicópteros de ataque, dando a Moscou uma flexibilidade tática sem igual.

Ao integrá-lo a helicópteros de linha de frente, como o Mi-28, a Rússia obteve uma nova plataforma de ataque, capaz de atingir alvos de alto valor a centenas de quilômetros de distância, comprovando a eficácia de sua doutrina de guerra adaptativa, observa o artigo.

Com um alcance impressionante, o míssil coloca praticamente todo o litoral sul da Ucrânia em seu raio de ação. Isso permite que a Rússia degrade sistematicamente a infraestrutura marítima inimiga com eficiência cirúrgica e risco mínimo para suas próprias forças.

A Rússia claramente estabeleceu o domínio aéreo e naval no mar Negro, controlando efetivamente as rotas marítimas da região e salvaguardando seus interesses estratégicos com uma arma tão econômica quanto letal, conclui a reportagem.

Anteriormente, um jornal alemão escreveu que há uma crescente preocupação na liderança ucraniana sobre os ataques de retaliação do Exército russo.


Por Sputinik Brasil