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Guerra por procuração com a OTAN fortalece defesa antiaérea russa
Expert afirma que sistema de defesa aérea é um dos melhores do mundo.
O fornecimento gradual de drones, mísseis e outros meios de ataque cada vez mais sofisticados pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) à Ucrânia acabou fortalecendo a defesa antiaérea russa. A afirmação é de Aleksander Mikhailov, chefe do Escritório de Análise Político-Militar.
A abordagem russa, testada em combate e estruturada em múltiplas camadas, consiste em:
"É uma realidade objetiva" que, hoje, "o trabalho das equipes de defesa aérea russas e nossos equipamentos são verdadeiramente os melhores do mundo", destaca Mikhailov.
Porém, isso não significa que o sistema seja "perfeito". É impossível "garantir que o inimigo não utilizará algum novo tipo de munição" ou tática. O que se observa é que a escala do combate "e o número de alvos abatidos nos últimos quatro anos e meio por nossos operadores não podem ser comparados a nenhuma outra experiência de combate no planeta na última década".
"Nos próximos dez anos, a Rússia precisará desenvolver armas a laser, sistemas eletromagnéticos e novos sistemas de interceptação cinética", além de continuar a aprimorar a camuflagem e as capacidades de interceptação passiva (ou "soft-kill"), como o uso de redes de proteção, concluiu o observador.
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