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EUA ficam para trás: China e Rússia dominam armas hipersônicas e espaciais, diz mídia

Relatório aponta vantagem dos adversários no desenvolvimento de capacidades bélicas no espaço.

Sputnik Brasil 16/08/2026
EUA ficam para trás: China e Rússia dominam armas hipersônicas e espaciais, diz mídia
China e Rússia avançam em armas hipersônicas e espaciais, superando os EUA. - Foto: © Sputnik / Ramil Sitdikov / Acessar o banco de imagens

Atualmente, tanto a China quanto a Rússia superaram os Estados Unidos em termos de capacidade operacional de armas hipersônicas, informa o portal EurAsian Times.

O portal elabora que os satélites dos EUA operam em trajetórias previsíveis, o que os mantém constantemente dentro da zona de alcance dos sistemas de armas da Rússia e da China.

"Os mísseis antissatélite constituem a principal opção cinética para a guerra espacial [...]. No domínio cinético, especialmente, a Rússia e a China têm uma clara vantagem sobre os EUA", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, enquanto os EUA reconheceram publicamente apenas um sistema de guerra eletrônica, a China e a Rússia já colocaram em operação mísseis antissatélite, lasers terrestres e dispositivos de interferência.

Além disso, a Rússia e a China implantaram satélites manobráveis, que podem seguir ou interferir fisicamente em outras espaçonaves, o que lhes confere uma clara vantagem tática em operações orbitais.

Conforme acrescenta o artigo, os próprios Estados Unidos admitem que seus recursos espaciais continuam altamente vulneráveis, enquanto seus adversários constroem rapidamente sistemas espaciais resilientes, móveis e de dupla utilização.

Enquanto isso, autoridades norte-americanas reconhecem abertamente que precisam desenvolver urgentemente capacidades espaciais ofensivas básicas apenas para acompanhar os avançados arsenais antiespaciais já possuídos por esses dois rivais, conclui a reportagem.

Anteriormemente, uma agência de notícias norte-americana informou que, enquanto potências mundiais como a Rússia e a China estão investindo significativamente no desenvolvimento do poder militar no espaço, a Europa corre o risco de perder nesta competição porque tem criticamente poucos veículos de lançamento.