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Lucro líquido ajustado da Rede D'or sobe 8,5% no 2º tri de 2026, para R$ 1,28 bilhão

Desempenho é impulsionado pela receita em hospitais e seguros

Estadao Conteudo 12/08/2026
Lucro líquido ajustado da Rede D'or sobe 8,5% no 2º tri de 2026, para R$ 1,28 bilhão
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

A Rede D'Or reportou um lucro líquido ajustado de R$ 1,283 bilhão, o que representa um aumento de 8,5% em relação ao mesmo período de 2025. Considerando o efeito do IFRS 17, o lucro líquido contábil somou R$ 1,289 bilhão no trimestre, alta de 23,1% na mesma base de comparação, ante R$ 1,048 bilhão apurado no segundo trimestre de 2025.

Sem a adoção do IFRS 17, o lucro líquido foi de R$ 1,239 bilhão no trimestre, um montante 9,7% maior do que o observado no mesmo intervalo de 2025.

Considerando os seis primeiros meses do ano (base sem a adoção do IFRS 17, para comparabilidade com o dado trimestral acima), o lucro líquido da Rede D'Or totalizou R$ 2,399 bilhões, aumento de 11,7% em relação aos R$ 2,148 bilhões do primeiro semestre do ano passado.

De acordo com a empresa, o desempenho foi impulsionado pelo avanço das receitas nos segmentos hospitalar e de seguros, além da expansão de margens operacionais no período.

O Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) consolidado foi de R$ 2,903 bilhões no segundo trimestre, um aumento de 18,2% na base de comparação anual. A margem Ebitda consolidada atingiu 19,5%, alta de 2,1 pontos percentuais em relação ao mesmo intervalo de 2025. No acumulado do ano até junho, o Ebitda totalizou R$ 5,873 bilhões, com uma elevação de 22,6% na comparação anual.

De abril a junho, a receita líquida consolidada da Rede D'Or foi de R$ 14,910 bilhões, alta de 5,6% na base anual de comparação. Já no semestre, a receita líquida consolidada totalizou R$ 29,467 bilhões, alta de 9,4%.

A Rede D'Or encerrou junho com alavancagem de 1,71 vez (dívida líquida/Ebitda), redução de 0,04 vez em relação ao trimestre anterior. No período, a companhia registrou uma geração de caixa de R$ 5,414 bilhões no acumulado do primeiro semestre, com conversão de 92,2% do Ebitda reportado.

A dívida líquida fechou o semestre em R$ 22,797 bilhões, aumento de 31,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado financeiro da companhia foi negativo em R$ 745,0 milhões no trimestre, montante 35,5% maior do que no mesmo período de 2025, e negativo em R$ 1,489 bilhão no semestre, alta de 38,6% na mesma base de comparação.