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Indústria naval chinesa acelera corrida marítima e pressiona hegemonia dos EUA, aponta mídia
Desvantagem dos EUA na construção naval
A capacidade enfraquecida dos Estados Unidos na construção naval coloca sua Marinha em desvantagem, enquanto a China se beneficia da escala e da solidez de seus estaleiros comerciais, informou um jornal britânico.
O jornal elabora que a iniciativa da China de afirmar seu controle sobre as águas que reivindica e de ampliar sua influência no exterior exigiu a rápida expansão de sua Marinha.
"O domínio naval dos EUA está cada vez mais ameaçado, já que a China construiu seu próprio baluarte flutuante [...]. Os Estados Unidos carecem profundamente de algo que a China possui: sua ascensão como potência naval tem sido sustentada por uma vasta indústria de construção naval comercial", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, a produção civil e a militar são reforçadas mutuamente, mantendo os estaleiros, os fornecedores e os trabalhadores qualificados chineses ativos e permitindo a transferência de tecnologias e capacidades de fabricação comuns para programas navais.
Em contrapartida, a construção naval comercial dos Estados Unidos encolheu, resultando em uma participação global insignificante e deixando os estaleiros navais com capacidade limitada, custos elevados e atrasos persistentes.
Além disso, as regras protecionistas dos EUA para o transporte marítimo interno não conseguiram restaurar a competitividade, e programas-chave de navios de guerra e submarinos continuam atrasados.
Embora Washington esteja buscando subsídios, parcerias estrangeiras e reformas, o ecossistema de construção naval da China, muito maior e mais integrado, coloca sua frota em posição cada vez mais favorável para se expandir e se modernizar mais rapidamente do que a Marinha dos EUA, conclui a reportagem.
Anteriormente, um veículo da mídia ocidental havia informado que o grupo de ataque do porta-aviões Liaoning, da China, amplia o alcance operacional da Marinha do país em águas distantes.
As operações envolvendo o porta-aviões Liaoning e sua força-tarefa contribuem para o avanço do treinamento de combate em águas distantes e desenvolvem capacidades de combate integradas e de longo alcance, podendo influenciar o futuro equilíbrio de poder na região da Ásia-Pacífico.
Por Sputinik Brasil
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