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Reeves: Economia do Reino Unido está forte por causa das minhas escolhas
Ministra das Finanças destaca resultados positivos do governo Trabalhista.
A ministra das Finanças do Reino Unido, Rachel Reeves, usou seu terceiro discurso de Mansion House, nesta segunda-feira, 13, para afirmar que a melhora recente da economia britânica foi resultado direto das decisões adotadas desde o início do governo Trabalhista.
"Por causa das escolhas que fiz, tenho orgulho de informar que a economia britânica está forte", disse Reeves em seu discurso a líderes empresariais e financistas na City de Londres.
Ao listar indicadores, Reeves afirmou que o Reino Unido começou o ano com o crescimento mais rápido do G7 e apontou melhora nas contas públicas. "No ano passado, o endividamento caiu de 5,2% para 4,3%, o menor nível em seis anos. O investimento, a produtividade e os salários aumentaram", apontou.
No campo social, ela acrescentou que as filas de espera estão caindo mais rapidamente do que em qualquer momento nos últimos 17 anos. "Meio milhão de crianças serão retiradas da pobreza até o fim deste Parlamento", afirmou.
Reeves ainda destacou o papel do setor financeiro para a economia do país. "Os serviços financeiros continuam sendo a joia da coroa da economia do Reino Unido e um exemplo brilhante do nosso potencial como nação. Realizar esse potencial exige escolhas", afirmou.
Ela também defendeu maior protagonismo do Estado e uma aproximação com a União Europeia. "Um Estado ativo e estratégico precisa agir para moldar nossa economia, fortalecendo nossas regiões, apoiando as empresas britânicas e aprofundando nossa relação com a União Europeia".
No discurso, Reeves reiterou prioridades para impulsionar o crescimento, incluindo destravar investimentos em todas as regiões e acelerar a adoção de inteligência artificial (IA). Como exemplo, citou o anúncio de uma nova ferramenta da Mastercard voltada a pequenas e médias empresas, com um "diretor financeiro virtual" para apoiar projeções de caixa e decisões de rentabilidade.
A previsão é que Andy Burnham, apontado como possível sucessor de Keir Starmer como primeiro-ministro do Reino Unido, substitua Reeves em um eventual governo.
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