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Julho e férias escolares: a oportunidade para colocar a saúde bucal das crianças em dia

Na Clínica Vittá, em Goiânia, atendimento odontopediátrico aproveita o período sem aulas para facilitar consultas e procedimentos sem interferir na rotina escolar

Assessoria 13/07/2026
Julho e férias escolares: a oportunidade para colocar a saúde bucal das crianças em dia
Julho e férias escolares a oportunidade para colocar a saúde bucal das crianças em dia - Foto: Assessoria

Com o início das férias escolares de julho, a rotina das crianças muda — e a dos pais também. Os horários ficam mais flexíveis, as refeições saem um pouco da programação habitual e até a escovação dos dentes pode acabar esquecida em meio aos passeios e às brincadeiras. 
Por outro lado, o período sem aulas também abre espaço na agenda para um cuidado que costuma ser adiado durante o semestre: a consulta ao dentista. Além de não interferir nas atividades escolares, o acompanhamento durante as férias pode ajudar a identificar problemas bucais que, muitas vezes, avançam sem apresentar sintomas nas fases iniciais.

Dados da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, a SB Brasil de 2023, mostram que 53,17% das crianças brasileiras de 5 anos estavam livres de cárie. O resultado representa um avanço em relação a 2010, quando o índice era de 46,6%. Os números também indicam que uma parcela significativa das crianças já teve experiência com a doença. No entanto, 37,17% das crianças de 5 anos nunca haviam ido ao dentista, segundo os dados da pesquisa.

Para a odontopediatra da Clínica Vittá Goiânia, Denise Mendes, o período de férias pode facilitar a inclusão da consulta na rotina da família.

“As férias escolares são uma excelente oportunidade para colocar a saúde bucal das crianças em dia. Com uma rotina mais flexível, os pais conseguem agendar consultas sem comprometer as atividades escolares. Além disso, caso seja necessário realizar algum procedimento, a criança terá tempo para se recuperar antes do retorno às aulas”, explica.

Segundo a especialista, o acompanhamento preventivo também permite identificar alterações em estágio inicial. Dessa forma, é possível evitar a evolução para quadros de dor, infecções e tratamentos mais complexos.

Cárie pode avançar sem apresentar sintomas

A cárie continua entre os problemas bucais mais frequentes na infância e pode evoluir sem provocar sinais nas fases iniciais. Por isso, a ausência de dor nem sempre significa que está tudo bem com a saúde bucal da criança.

“A cárie continua sendo a doença bucal mais comum na infância e, em muitos casos, evolui sem causar sintomas no início. Também encontramos gengivite, acúmulo de placa bacteriana, alterações na erupção dos dentes, defeitos no esmalte e traumatismos dentários”, afirma Denise Mendes.

Além desses problemas, hábitos comuns na infância também entram na avaliação. Chupar o dedo e usar chupeta ou mamadeira por períodos prolongados, por exemplo, podem interferir no desenvolvimento da arcada dentária. Muitas dessas alterações, segundo a odontopediatra, passam despercebidas pela família e aparecem apenas durante a consulta.

A avaliação odontopediátrica, portanto, vai além da busca por cáries. O profissional acompanha o crescimento dos ossos da face, a sequência da troca dos dentes e a posição dos dentes permanentes. Também observa alterações na mordida, saúde da gengiva, lesões na boca e hábitos que podem afetar a mastigação, a fala ou a respiração.

“Avaliamos ainda a necessidade de acompanhamento ortodôntico e a qualidade da higiene bucal. Quanto mais cedo essas alterações forem identificadas, maiores são as chances de um tratamento simples e eficaz”, acrescenta.

Mudança na rotina exige atenção durante as férias

O período sem aulas também pode alterar a alimentação das crianças. Doces, refrigerantes, sucos industrializados e lanches entre as refeições costumam aparecer com mais frequência. Quando essa mudança ocorre junto com a redução da escovação, aumenta o risco de cáries.

Por isso, a dra. Denise orienta que os pais mantenham a higiene bucal mesmo com a mudança nos horários. A recomendação inclui escovação após as principais refeições, uso de creme dental com flúor em quantidade adequada para a idade e fio dental.

“O ideal não é proibir os doces, mas controlar a frequência de consumo e manter uma boa higiene”, explica. A odontopediatra também recomenda oferecer água após alimentos açucarados.

De forma geral, a consulta preventiva deve ocorrer a cada seis meses. No entanto, a frequência pode mudar conforme o risco individual de cada criança. Alguns sinais, por outro lado, exigem atendimento sem demora.

Dor de dente, inchaço, sangramento na gengiva, manchas brancas ou escuras nos dentes, fraturas após quedas, mau hálito persistente e alterações na boca que não desaparecem em poucos dias estão entre os sinais de atenção. “Nesses casos, não é indicado esperar o término das férias”, alerta Denise.

Na Clínica Vittá, em Goiânia, o atendimento infantil inclui avaliação clínica, limpeza, aplicação tópica de flúor, selantes, restaurações, tratamento de cáries e extrações de dentes de leite, quando indicadas. O serviço também realiza atendimentos de urgência, acompanha a troca dentária e orienta as famílias sobre os cuidados de higiene.

Para crianças com medo ou ansiedade, a equipe utiliza técnicas de adaptação comportamental e linguagem adequada à idade. Quando necessário, o atendimento ocorre de forma gradual.

“Muitas crianças chegam ao consultório com medo ou ansiedade. Por isso, respeitamos o tempo e os limites de cada paciente para tornar a consulta mais tranquila tanto para a criança quanto para a família”, conclui a odontopediatra.

Serviço:
Clínica Vittá

UNIDADE CAMPINAS
Rua 210, nº 389, Setor Coimbra
Segunda a Sexta: 07h às 18h
Sábado: 07h às 12h

UNIDADE BURITI
Av. Rio Verde, Buriti Shopping – 1º Andar
Segunda a Sexta: 07h às 22h
Sábado: 08h às 18h

Agendamentos: (62) 3996-0505