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Sem apresentar provas, Trump diz ser o principal alvo do Irã e afirma que pode ser assassinado

Líder dos EUA expressa preocupações sobre segurança em meio a tensões no Oriente Médio.

Sputnik Brasil 08/07/2026
Sem apresentar provas, Trump diz ser o principal alvo do Irã e afirma que pode ser assassinado
Trump alerta sobre possíveis ameaças à sua vida em meio a tensões com o Irã. - Foto: © AP Photo / Evan Vucci

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (8) que acredita ser o principal alvo do Irã e permitiu a possibilidade de ser assassinado. Na declaração, o líder norte-americano também disse que o país voltará a ser atacado em meio à retomada das posições no Oriente Médio.

"Eles tinham líderes, e eles foram. Agora têm outro grupo de líderes. Eles também podem desaparecer. Quem sabe? Eu também posso desaparecer, porque sou o alvo número um deles", declarou Trump durante uma entrevista coletiva em Ancara.

O presidente acrescentou que não se preocupa com o facto de concluir estar na lista de alvos do Irão, afirmando que está apenas "fazendo o seu trabalho". Trump também destacou que a probabilidade de um presidente dos Estados Unidos ser assassinado é de 5,2%.

"A vida de um presidente é muito perigosa. É 5,2%. Sabe qual é a probabilidade para um piloto de corrida? Um décimo de 1%. Um peão de rodeio, que parece muito perigoso, também é um décimo de 1%. Já para um presidente, é 5,2% de chance de não sobreviver", disse.

Trump já sobreviveu a três tentativas de assassinato. A primeira ocorreu durante um comício de campanha na Pensilvânia, em julho de 2024, quando foi atingido de raspão na orelha por um tiro. A segunda aconteceu em setembro do mesmo ano, em seu campo de golfe na Flórida.

Em abril de 2026, ocorreu um tiroteio durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, evento que contou com a presença de Trump. O suspeito foi posteriormente acusado, entre outros crimes, de tentativa de assassinato do presidente.

Em junho de 2026, o FBI informou ter frustrado um plano para atacar um evento do UFC realizado na Casa Branca. Posteriormente, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos classificou a ação como uma nova tentativa de assassinato contra Trump.


Por Sputnik Brasil