Geral
Prazo para alistamento militar obrigatório termina nesta terça-feira
Jovens do sexo masculino que completam 18 anos em 2026 devem fazer o cadastro; mulheres podem se alistar voluntariamente
Termina nesta terça-feira (30) o prazo para jovens do sexo masculino que completam 18 anos em 2026 para fazerem o alistamento militar obrigatório. Mulheres da mesma idade que desejam ingressar nas Forças Armadas também podem se alistar voluntariamente até estes dados.
Para se alistar, é necessário ter cadastro na plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br , e realizar a inscrição no site Alistamento Online . Quem não tiver acesso à internet ou preferir o procedimento presencial deverá procurar uma Junta de Serviço Militar (JSM). O processo é gratuito.
São exigidos os seguintes documentos: certidão de nascimento ou casamento; carteira de identidade ou Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); e comprovante de residência recente.
Após o alistamento, o jovem recebe o Certificado de Alistamento Militar (CAM) e deve consultar periodicamente o site para verificar se foi dispensado ou se deverá comparecer à etapa de seleção geral, prevista para o segundo semestre de 2026.
Caso seja convocado, o candidato passará por exames médicos e odontológicos, testes de consulta física e entrevistas sobre habilidades e interesse em servir. Depois dessa fase, poderá seguir para a seleção complementar designada por uma das três Forças Armadas — Exército, Marinha ou Aeronáutica — até eventual incorporação e matrícula.
A dispensa pode ocorrer por excesso de contingente ou quando o jovem mora no município que não contribui com pessoal para o serviço militar obrigatório inicial. Para receber o Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI), é necessário participar da cerimônia de juramento à bandeira.
O jovem do sexo masculino que perder o prazo de alistamento poderá sofrer avaliações. Nesse caso, será necessário pagar multa e regularizar a situação militar em uma Junta de Serviço Militar para evitar restrições.
Entre as consequências da falta de regularização estão impedimentos para obter passaporte, assumir encargos públicos, matricular-se em instituições de ensino, participar de concursos públicos e receber benefícios sociais.
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