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Mediana para IPCA de 2026 passa de 4% para 5% na pesquisa Firmus do BC

Estadao Conteudo 26/06/2026
Mediana para IPCA de 2026 passa de 4% para 5% na pesquisa Firmus do BC
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

A matéria publicada anteriormente continha um erro no quinto parágrafo. A mediana do Firmus do 2º trimestre de 2026 para o IPCA de 2028, de 4,00%, está acima da estimativa pelo boletim Focus mais recente, de 3,70%. A projeção para o período também é superior à que era estimada pelo Focus há um mês, época semelhante à da coleta da Firmus, de 3,65%. Segue o texto corrigido.

A mediana da pesquisa Firmus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 avançou de 4,00% para 5,00% – acima do teto da meta de inflação, de 4,50%. A estimativa para 2027 aumentou em 4,00%. Para 2028, aumentou de 3,80% para 4,00%.

Os números se referem à pesquisa Firmus do segundo trimestre de 2026, publicada nesta sexta-feira, 26, pelo Banco Central. A coleta de dados ocorreu em maio, entre os dias 11 e 29.

Nesta rodada, 349 empresas participaram da pesquisa. A base de comparação é a pesquisa anterior, cujos dados foram encontrados entre os dias 9 e 27 de fevereiro.

A Firmus tem como objetivo captar a percepção de empresas não financeiras em relação à situação de seus negócios e às variáveis ​​econômicas que influenciam suas decisões.

Com o resultado, a trajetória prevista pela Firmus está abaixo das expectativas pelo Focus (que traz as estimativas do mercado financeiro) mais recentes para 2026 e 2027, mas acima para 2028. Na última edição do boletim, publicado na segunda-feira, 22, as medianas indicam alta de 5,33% para o IPCA em 2026, 4,15% em 2027 e 3,70% em 2028. Há um mês, as estimativas eram de inflação de 5,04%, 4,01% e 3,65%, respectivamente.

PIB

As medianas da Firmus para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2026 e 2027 são acordadas em 1,80%.

No Focus, as estimativas para os períodos estão em 1,98% e 1,70%. Há um mês, eram de 1,89% e 1,70%.

Câmbio

A mediana das expectativas da Firmus para o dólar seis meses à frente recuperou de R$ 5,40 para R$ 5,15, quinta queda consecutiva.

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