Geral
Copa do Mundo: poluição ambiental entra em campo e dá goleada
A expansão da Copa do Mundo para 48 seleções gerou um efeito colateral preocupante.
Um estudo da plataforma global de contabilização de carbono Greenly projeta que o torneio na América do Norte vai emitir 7,8 milhões de toneladas de gás carbônico, o dobro do registrado no Catar. O deslocamento em massa por três países continentais transformou o evento na edição mais poluente já realizada. Para além do impacto de longo prazo, o clima do verão estadunidense ameaça o cronograma atual dos jogos. Altas temperaturas combinadas com tempestades severas e raios já acionaram o plano de contingência da organização para possíveis paralisações de partidas. A Seleção Brasileira sentirá essa volatilidade de perto na fase de grupos: jogará em três regiões com perfis meteorológicos totalmente distintos, com atenção redobrada para a rodada em Miami, área historicamente afetada por tempestades intensas durante os meses de julho. O Brasil tem encabeçado os debates ambientais, mas como ficam as políticas praticadas por outros países? E o rendimento físico e mental dos atletas, diante da exposição ao calor intenso? Para conversar sobre o tema, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Délcio Rodrigues, diretor-executivo da organização ClimaInfo; e Luiz Fernando Lukas, educador físico pós-graduado em musculação e treinamento de força. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
Por Sputinik Brasil
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