Geral
Confiança do consumidor recua 0,1 ponto em junho, aponta FGV
Índice ficou em 88,7 pontos; melhora na percepção atual compensou piora das expectativas para os próximos meses
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) , apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), ficou praticamente estável em junho. O indicador recuou 0,1 ponto em relação a maio e encerrou o mês em 88,7 pontos. Na mídia móvel trimestral, houve avanço de 0,2 ponto, para 88,9 pontos.
Segundo a economista da FGV Ibre, Anna Carolina Gouveia, o resultado mostra uma acomodação da confiança, com piora das expectativas para os próximos meses, compensada pela melhora na percepção sobre a situação atual.
"Se, por um lado, os indicadores de intenção de compra de reforço e situação financeira futura sugerem um consumidor mais pessimista para os próximos meses, o indicador de situação financeira atual sugere uma melhoria na percepção do orçamento do momento. A manutenção de um mercado de trabalho robusto e políticas de desafogamento dass parecem estar influenciando afirmando a percepção atual, mas não são suficientes para reverter o aumento do pessimismo futuro", afirmou um economista, em nota.
Os dados mostram movimentos opostos aos componentes do ICC. O Índice de Expectativas (IE) caiu 0,9 ponto, para 90,4 pontos. Já o Índice de Situação Atual (ISA) subiu 0,9 ponto, na terceira alta consecutiva, e chegou a 87,0 pontos, o maior nível desde outubro de 2014, quando marcou 88 pontos.
Entre os itens que compõem o Índice de Expectativas, o indicador de compras previstas de bens incluídos caiu 3,0 pontos, para 80,0 pontos. O indicador de situação financeira futura da família recuou 1,7 ponto, para 87,7 pontos.
Nos assuntos relacionados à percepção do momento, a situação financeira atual avançou 2,3 pontos, para 79,0 pontos. A situação econômica local futura subiu 2,4 pontos, para 105,3 pontos, enquanto a avaliação da situação econômica local atual teve nível baixo, de 0,4 ponto, para 95,4 pontos.
A sondagem também apresentou comportamento desigual por faixa de renda. A confiança aumentou entre os consumidores das duas faixas mais baixas, enquanto houve queda entre aqueles com rendimento a partir de R$ 4.800,01.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Mais lidas
-
1ALARME FALSO
'Misantropia': sistema da Defesa Civil é invadido e dispara mensagem falsa em várias cidades
-
2EDUCAÇÃO
Filho de Luciano Huck e Angélica relata principal dificuldade na preparação para o vestibular
-
3OCORRÊNCIA
Acidente envolvendo carreta deixa duas vítimas fatais no trecho da Chã dos Costas
-
4TRÂNSITO
Detran-RJ vai exigir exame toxicológico de quem tirar primeira habilitação para carros e motos
-
5ECONOMIA
6 estratégias para humanizar a gestão e acelerar os resultados de vendas