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Defesa de Mangione retira argumento psiquiátrico em caso de assassinato de CEO da UnitedHealthcare
Advogados haviam indicado que alegariam distúrbios emocionais extremos, mas recuaram um dia depois; Ministério Público não comentou
Em uma reviravolta no processo, os advogados de Luigi Mangione informaram a um juiz, na quinta-feira (18), que não usarão argumentos psiquiátricos como estratégia de defesa no julgamento pelo assassinato de Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare.
O recuo ocorreu apenas um dia depois de a defesa comunicar ao juiz Gregory Carro que pretendia sustentar a tese de que Mangione, de 28 anos e estudante de uma universidade da Ivy League, sofria de distúrbios emocionais extremos no momento do crime, registrado em 4 de dezembro de 2024.
Uma solicitação de comentário foi encaminhada a um porta-voz dos advogados de Mangione. O Ministério Público de Manhattan, responsável pela acusação na esfera estadual, recusou-se a se manifestar.
A defesa tinha até quinta-feira para apresentar aos promotores informações que comprovassem a alegação de perturbação emocional. No mesmo dia, foi tornada pública a transcrição de uma audiência sigilosa realizada em 3 de junho sobre o tema, após ordem do juiz Carro.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast.
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