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Seis de oito atividades do varejo recuam em abril ante março, aponta IBGE
Pesquisa Mensal de Comércio mostra queda em segmentos como combustíveis, material de escritório e artigos de uso pessoal e doméstico
Seis das oito atividades que integram o comércio varejista registraram queda nas vendas em abril na comparação com março, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira, 16.
O segmento de combustíveis e investimentos teve recuo de 6,2%. Na direção oposta, hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo avançam 1,3%.
Também houve queda em tecidos, vestuário e calçados, com variação negativa de 0,1%, e em móveis e eletrodomésticos, que recuaram 0,8%.
Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria registraram retração de 0,1% em abril.
Livros, jornais, revistas e papelaria cresceram 1,1%. Já equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação tiveram queda de 4,5%, enquanto outros artigos de uso pessoal e doméstico recuaram 4,6%.
No comércio varejista ampliado, que inclui material de construção, veículos e atacado de suprimentos, os segmentos de veículos, motos, peças e peças caíram 0,7%. Material de construção teve retração de 3,6%.
Com a reformulação periódica da Pesquisa Mensal de Comércio, o desempenho do varejo ampliado com ajuste sazonal passou a incluir os dados de atacado de suprimentos, nova atividade investigada.
No entanto, ainda não há divulgação de dados individuais para o atacado de produtos alimentares na série com ajuste sazonal.
Segundo o IBGE, é necessário reunir uma série histórica mais longa para formar uma base de dados consistente para as divulgações com ajuste sazonal.
Comparação com abril de 2025
Na comparação com abril de 2025, cinco das oito atividades do comércio varejista registraram alta nas vendas, de acordo com o IBGE.
Combustíveis e transportes avançaram 1,6%, enquanto hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceram 0,9%.
Houve recuo de 2,5% em tecidos, vestuário e calçados, e alta de 2,6% em móveis e eletrodomésticos. Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria tiveram avanço de 4,5% em abril.
Livros, jornais, revistas e papelaria resultaram. Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação cresceram 6,5%, enquanto outros artigos de uso pessoal e doméstico tiveram queda de 3,0%.
No varejo ampliado, veículos, motos, peças e peças avançaram 2,6%. O material de construção permaneceu estável, e o atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceu 2,0%.
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