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Como a economia da atenção esvazia o bolso dos brasileiros?

Especialistas discutem como algoritmos, influenciadores e publicidade personalizada transformam tempo de tela em consumo.

Sputnik Brasil 15/06/2026
Como a economia da atenção esvazia o bolso dos brasileiros?

Em um mundo saturado de estímulos, o recurso mais escasso e valioso já não é o petróleo ou o ouro, mas a atenção.

Cunhado em 1971, o conceito de economia da atenção ganhou contornos alarmantes na era digital. Hoje, redes sociais, plataformas de streaming e e-commerces travam uma disputa silenciosa e intensa pelo tempo de tela dos usuários, recorrendo a algoritmos e estratégias de design persuasivo para transformar segundos de navegação em lucro.

Nesse ecossistema, em que as pessoas também se tornam produto, a gratuidade das plataformas é apenas aparente. Quanto mais tempo de navegação, mais dados são gerados, alimentando uma indústria de anúncios hiperpersonalizados capaz de moldar desejos e decisões de compra com precisão cada vez maior.

A ascensão dos influenciadores digitais amplia esse fenômeno. As redes sociais se consolidaram como espaços em que tendências são ditadas, marcas são promovidas e comportamentos de consumo são orientados em tempo real.

Na era da economia da atenção, vivemos uma espécie de ditadura do clique? Para debater o tema, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Regina Monge, especialista em neurobranding, neurociência aplicada aos negócios e economia da atenção, fundadora do Neurobranding Lab; e o economista Caio Augusto.

O conteúdo está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80,5 FM.

Por Sputnik Brasil