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Lula embarca para a França e Alckmin assume Presidência interina

Presidente participará da Cúpula do G7 em Évian-les-Bains; agenda prevê reuniões com líderes internacionais até quarta-feira

Estadao Conteudo 14/06/2026
Lula embarca para a França e Alckmin assume Presidência interina
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva - Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarcou por volta das 15h deste domingo (14) para a França, onde participará da Cúpula do G7 . Esta será a décima vez que o petista representa o Brasil no encontro.

Pelas redes sociais, Lula publicou uma foto ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) , na Base Aérea de Brasília. Durante uma viagem presidencial, Alckmin exercerá a Presidência da República de forma interina.

O avião presidencial fará uma parada na Ilha do Sal, em Cabo Verde, às 22h50, para abastecimento. Em seguida, seguirá para Évian-les-Bains, cidade francesa que sediará o evento. A chegada está prevista para esta segunda-feira (15). A agenda internacional se estende até quarta-feira (17).

Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom), acompanham Lula na viagem o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira , que já está em Évian, e o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues , que viaja com o presidente.

Durante a Cúpula do G7, Lula participou de sessões abertas entre chefes de Estado. Na terça-feira (16), o tema será parcerias internacionais. Na quarta-feira (17), os debates tratarão de crescimento econômico equilibrado. No mesmo dia, o presidente brasileiro também participará de um almoço com os demais líderes do G7, quando será considerado o tema da inteligência artificial.

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) confirmou encontros de Lula com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi , e com o anfitrião do evento, o presidente da França, Emmanuel Macron .

Embora não haja uma reunião formalmente prevista, há expectativa de um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump . O país integra o G7 ao lado do Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão. Uma possível conversa ocorre em meio à nova crise entre Brasília e Washington, provocada por ameaças de novas tarifas sobre produtos brasileiros.