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Alimentação, habitação e saúde puxam toda a alta do IPCA em maio
Segundo o IBGE, os três grupos somaram impacto suficiente para explicar a inflação de 0,58% registrada no mês; combustíveis ajudaram a conter o índice.
Os aumentos nos custos de Alimentação e Bebidas, Habitação e Saúde e Cuidados Pessoais responderam por toda a inflação registrada no País em maio, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O IPCA subiu 0,58% em maio. O grupo Alimentação e Bebidas avançou 1,33%, com impacto de 0,29 ponto porcentual no índice. Habitação teve alta de 1,22%, contribuindo com 0,18 ponto porcentual, enquanto Saúde e Cuidados Pessoais subiu 0,90%, com influência de 0,12 ponto porcentual.
De acordo com Fernando Gonçalves, gerente do IPCA no IBGE, os alimentos pressionaram a inflação do mês, mas os combustíveis ajudaram a conter o resultado.
“Os combustíveis ajudaram a conter a taxa; a gasolina é o subitem de maior peso”, destacou Gonçalves.
Segundo ele, se os combustíveis fossem retirados do cálculo, o IPCA de maio teria ficado em 0,76%.
Já sem considerar os alimentos, a inflação do quinto mês de 2026 teria sido de 0,37%.
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