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Genial/Quaest: 44% avaliam que economia piorou nos últimos 12 meses

Levantamento aponta queda de 2 pontos percentuais nessa percepção em relação a maio; preço dos alimentos e poder de compra seguem como fatores de preocupação.

10/06/2026
Genial/Quaest: 44% avaliam que economia piorou nos últimos 12 meses
Genial/Quaest: 44% avaliam que economia piorou nos últimos 12 meses - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que 44% dos entrevistados avaliam que a economia brasileira piorou nos últimos 12 meses. O índice representa queda de 2 pontos percentuais em relação ao levantamento de maio, variação dentro da margem de erro.

Para 33%, a economia está igual na comparação com um ano atrás, alta de 3 pontos percentuais em relação a maio. Já 20% afirmam que a situação econômica melhorou no período, recuo de 2 pontos percentuais, também no limite da margem de erro.

Um dos fatores que ajudam a explicar a percepção sobre a economia é o preço dos alimentos. Segundo o levantamento, 69% dos entrevistados dizem que os alimentos ficaram mais caros nos últimos 12 meses. Outros 22% afirmam que os preços permaneceram iguais, enquanto apenas 7% avaliam que houve queda.

A pesquisa também mostra que 67% dos entrevistados consideram que o poder de compra do brasileiro está menor do que há um ano. Para 19%, a situação permanece igual, enquanto 13% avaliam que o poder de compra aumentou no período.

Os pesquisadores também mediram a percepção dos eleitores sobre o mercado de trabalho. Para 53%, está mais difícil conseguir emprego hoje do que há um ano. Outros 36% afirmam que está mais fácil, enquanto 6% dizem que a situação permanece igual.

Apesar da avaliação negativa de parte dos entrevistados, há expectativa de melhora. De acordo com a pesquisa, 39% acreditam que a economia deve melhorar daqui a um ano, enquanto 29% esperam piora. Outros 26% avaliam que a situação estará igual nos próximos 12 meses.

A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 8 de junho, com 2.004 entrevistas presenciais. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.