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Durigan diz que nova fase da operação identificou 6 fintechs ligadas ao crime organizado
Ministro da Fazenda informa que fintechs investigadas movimentaram R$ 26 bilhões e usaram criptoativos para lavagem de dinheiro.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, revelou nesta quinta-feira (28) que a nova fase da Operação Carbono Oculto identificou seis fintechs com envolvimento direto com o crime organizado, responsáveis pela movimentação de R$ 26 bilhões nos últimos anos.
"Uma movimentação total de R$ 26 bilhões em seis fintechs nos últimos anos, o que acende o sinal de alerta dos órgãos de inteligência. Feita a investigação, hoje são uma série de mandados, uma série de providências que estão sendo publicadas em cinco estados, com quase 60 mandados de busca e atenção", afirmou o ministro.
Segundo Durigan, a Receita Federal tem intensificado o combate ao chamado 'andar de cima' do crime organizado, especialmente nesta nova etapa da Operação Carbono Oculto, deflagrada nesta quinta-feira.
"Reforçando que essas fintechs foram identificadas, dadas informações que a Receita passou a receber em meados de 2025, do ano passado, também identificamos a utilização de criptoativos para fins de lavagem de dinheiro e vamos seguir avançando com essas operações", completou Durigan.
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