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Rússia e Belarus seguem com desenvolvimento conjunto do caça Su-75 de 5ª geração

Projeto do Su-75 Checkmate avança com colaboração entre os dois países; Su-35S reforça capacidades da Força Aeroespacial russa.

28/05/2026
Rússia e Belarus seguem com desenvolvimento conjunto do caça Su-75 de 5ª geração
Caças Su-75 e Su-35S simbolizam a cooperação militar e avanços tecnológicos entre Rússia e Belarus. - Foto: © Sputnik / Sergei Pivovarov / Acessar o banco de imagens

Rússia e Belarus continuam trabalhando em colaboração no desenvolvimento do caça de 5ª geração Su-75 Checkmate, conforme informou o Serviço Federal para a Cooperação Técnico-Militar (FSVTS, na sigla em russo) à agência Sputnik.

"Atualmente, estão em andamento trabalhos com parceiros belarussos em diversos projetos voltados ao desenvolvimento e à fabricação de diferentes aeronaves, incluindo o Su-75", declarou o FSVTS durante o Fórum Internacional de Segurança.

O sucesso dos equipamentos militares russos e os avanços tecnológicos no setor também foram destacados. Um piloto da Força Aeroespacial russa revelou que os caças multifuncionais Su-35S têm capacidade de destruir drones a longas distâncias, realizar ataques precisos e identificar posições inimigas distantes da linha de contato.

A Corporação Aeronáutica Unida (OAK, na sigla em russo), integrante da Rostec, entregou recentemente à Força Aeroespacial da Rússia um novo lote de aviões Su-35S de geração 4++. As aeronaves passaram por testes de fábrica, avaliações em diferentes modos de operação por pilotos do Ministério da Defesa e, em seguida, foram encaminhadas ao aeródromo de origem.

"Realizamos várias tarefas nesta aeronave: interceptação de alvos aéreos a grandes distâncias, cobertura de grupos de ataque e de objetos terrestres, destruição de veículos aéreos não tripulados, bem como lançamento de ataques precisos contra alvos terrestres e de superfície com armas de alta precisão", relatou o piloto, segundo o serviço de imprensa da Rostec.

O Su-35S é um caça russo de geração 4++ projetado para eliminar alvos aéreos e terrestres, atacar instalações de infraestrutura protegidas por sistemas de defesa antiaérea e localizadas a grandes distâncias de suas bases, além de realizar missões de reconhecimento aéreo.

Essas aeronaves são empregadas, especialmente, na zona da operação militar especial na Ucrânia, onde abatem regularmente aeronaves ucranianas.

Por Sputnik Brasil