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Durigan afirma que economia brasileira mantém bom ritmo e se destaca no cenário global

Ministro da Fazenda ressalta solidez fiscal e transparência na gestão, destacando justiça tributária e medidas diante de desafios internacionais.

22/05/2026
Durigan afirma que economia brasileira mantém bom ritmo e se destaca no cenário global
O ministro da Fazenda, Dario Durigan - Foto: © Foto / Washington Costa / Ministério da Fazenda

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (22) que a economia brasileira segue em um bom compasso. "A situação da economia brasileira é, sem dúvida nenhuma, uma das melhores do mundo, tanto do ponto de vista do resultado fiscal, quanto do ponto de vista de como a gente está enfrentando esse momento da economia global" , declarou no início da coletiva de apresentação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do segundo bimestre.

Durigan destacou que as medidas do governo para mitigar os impactos da guerra no Irã estão sendo adotadas "com altivez e usando mecanismos com responsabilidade fiscal" .

O ministro reforçou o compromisso com a gestão orçamentária: "Sem dúvida nenhuma, caminhamos em uma boa direção para entregar uma gestão orçamentária cada vez mais sólida, cada vez mais transparente e uma execução orçamentária também bastante rigorosa e com transparência" , completou.

Impostos

Durigan afirmou ainda que, em um cenário de crescimento econômico, quem tem lucro e paga sua parte e quem recebe salário menos imposto. Ao ser questionado sobre o patamar elevado da receita, atualmente em 21% do PIB, ele ressaltou que o governo trabalhou na recomposição da arrecadação com base no princípio da justiça tributária.

"Quem tem capacidade econômica, quem tem faturamento, quem tem lucro, em uma economia que cresce e está saudável, paga a sua cota à parte. E quem recebe salário, quem tem menos recursos, paga menos. Então, a verdade é que as pessoas pagam menos. E a base tributária do país, a base fiscal, foi recomposta" , explicou Durigan.

O governo revisou para cima as projeções de despesas com o BPC e a Previdência, em R$ 14,1 bilhões e R$ 11,5 bilhões, respectivamente. Esse aumento nas despesas administrativas resultou no anúncio de um bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões, totalizando um bloqueio de R$ 23,7 bilhões.