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Parceria energética com Moscou não limita autonomia de Pequim, avalia analista
Especialista destaca que relação entre China e Rússia faz parte de estratégia de diversificação energética chinesa.
A relação energética entre China e Rússia não representa uma limitação à autonomia de Pequim, segundo avaliação do analista Kocher. Para ele, o fornecimento de gás por gasodutos estabelece vínculos específicos entre produtor e consumidor, mas não impede a independência chinesa.
"A política de energia da China é a diversificação", afirma Kocher. O pesquisador ressalta ainda que a dimensão da economia chinesa e os investimentos contínuos em fontes alternativas de energia reduzem os riscos de vulnerabilidade. "É um país gigantesco, consome rios de energia em escalas colossais, mas também trabalha muito por produzir energias alternativas", destaca.
Kocher observa que relações energéticas envolvem dependência mútua, e não apenas do lado do comprador. Ao citar o histórico dos gasodutos entre Rússia e Europa, ele aponta que mudanças políticas alteraram esse cenário. "O próprio vendedor também tem que tomar cuidado", alerta, acrescentando que há "ambiente e meios materiais para compensar qualquer tipo de desigualdade nessa troca".
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