Geral

TIM inicia nova etapa de modernização da rede em Brasília e Grande BH

Operadora investe na ampliação da capacidade e cobertura do 4G e 5G, com foco em eficiência energética e experiência do usuário.

17/04/2026
TIM inicia nova etapa de modernização da rede em Brasília e Grande BH
TIM inicia nova etapa de modernização da rede em Brasília e Grande BH - Foto: Arquivo

A TIM iniciou uma modernização de sua rede 4G e 5G em Brasília e na Grande Belo Horizonte — incluindo Sabará, Santa Luzia, Vespasiano e Ribeirão das Neves. O processo deve ser concluído até agosto e marca o início de um plano anunciado em janeiro pela operadora, que prevê a atualização da infraestrutura em 15 capitais e regiões metropolitanas até o final do próximo ano.

O objetivo da iniciativa é ampliar a capacidade e cobertura da rede, além de reduzir o consumo de energia nas operações da empresa.

No ano passado, a TIM realizou projeto semelhante em São Paulo, investindo cerca de R$ 1 bilhão. Embora o valor específico deste novo ciclo não tenha sido divulgado, a ação integra o plano anual de investimentos de R$ 4,5 bilhões da companhia.

“Buscamos nos preparar desde já nossa rede para o futuro, aumentando a capacidade 5G e levando uma experiência ainda melhor para os clientes da TIM”, afirma Marco Di Costanzo, vice-presidente de Desenvolvimento Tecnológico da operadora.

Para viabilizar a modernização, a TIM firmou parcerias com a Nokia e a Huawei, que vão atualizar 6,5 mil pontos com antenas e estações rádio-base em todo o país. Em Brasília, serão 680 pontos; na Grande Belo Horizonte, 722.

Juntas,essas regiões somam 3 milhões de clientes da TIM. Segundo dados da Anatel, a operadora detém 24,1% do mercado em Brasília e 22,7% em Belo Horizonte.

Entre as novidades, a empresa vai incorporar inteligência artificial para otimizar a operação da rede. A automação permitirá ajustes dinâmicos no tráfego de dados e na distribuição do sinal, promovendo maior estabilidade e eficiência.

Essas melhorias devem resultar em uma redução de 15% no consumo de energia da rede, além de diminuir o espaço ocupado por antenas nas torres, o que reduz os custos de locação para a companhia.